Isabela.

Isabela.

Chegaste devagarzinho e foste mudando gentilmente a gente.
Mudaste o brilho nos meus olhos, mudaste minha voz, mudaste meu pensamento, sim, porque penso sempre em ti, na sua doçura, nos seus olhinhos miúdos, no seu cabelinho cheiroso, no seu chorinho manhoso...
É tudo doce o que vem de ti, tudo inocente, dependente, tudo tão frágil e querido, tudo suave e tão lindo...
Quanto capricho da natureza, essa mistura de raça, de costumes, de cores.
Quanto capricho da natureza em te fazer tão bela, como Isis, a deusa mais bela e suprema.
Isa, teutônico, inteligência magnífica, personalidade forte e marcante, nunca cedendo a pressões...
Bela, simplesmente bela, beleza pura e suprema, cativante e marcante, simplesmente bela...
Isabela.
Isabela como a mãe, Isabela como o pai.
Isabela como o Vô, a Vó, a tia...
Isabela como o sol, como a lua, como a flor.
Irás crescer e ser ainda mais bela e suprema serás culta e serena,
Serás tu, Isabela, a fofa da tia, a vida da madrinha.
Serás a lágrima da saudade quando partires de hemisférios, quando mudares de estação...
Serás a alegria do reencontro, a certeza do encontro e o prazer do conto.
Serás sempre tu...
Isabela.
Ana Maria Basso
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