Lolô.

Lolô


Quando eu tinha 9 anos, ela nasceu.
Minha avó dizia que eu agora caira do galho,
afinal, 9 anos como caçulinha do papai e da mamãe e agora nasce a Lolô...

Bom, mas não estou aqui para falar de mim, mas da Lolô,
que me derrubou do galho e que logo em seguida me estendeu a mão
para passarmos essa vida juntinhas, como irmãs, boas amigas e fieis companheiras.

Irmã de sangue, de espírito, de cumplicidade.

Irmã de conselhos, de idéias, de debates.

Amiga querida, que nos momentos de tristeza me ampara e acalenta.

Nos momentos de alegria faz a gente não se conter de tanta felicidade.

Seu sorriso é tão sincero e meigo que conquista a alma da gente e é capaz de iluminar o seu dia, pode acreditar.

Sempre torci muito por ela, para que fosse muito feliz, nesta vida e em todas as outras que ainda vai viver... e olha que viver é uma grande arte, e a busca da felicidade plena, uma verdadeira obra-prima nesta vida, uma jornada única e difícil de ser percorrida.

Lolô está na direção certa nesta busca da felicidade plena, viveu até agora cada momento com muita intensidade, fazendo acontecer todos os seus sonhos e de forma digna e bela.

Mais uma etapa de sua vida se concretiza e outra se inicia, pois encontrou sua cara metade, ou seria sua alma gêmea... não importa, pois encontrou, como num conto, não de fadas, pois fadas não são reais, e a Lolô encontrou seu principe, não encantado, ou seria Paul encantado... sim, porque ele encantou a todos nós com sua simplicidade, generosidade, e algo muito especial que só a Lolô poderá nos dizer, pois ele conquistou seu coração, seu respeito e a promessa de lhe ser fiel , na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...

Lolô, minha fiel companheira nesta vida e em todas as outras que ainda vamos viver juntas. Para mim, tem sido e será um grande prazer, pode acreditar.

Te amo do fundo do meu coração.

Ana Maria Basso
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