Nada como começar a segunda feira com boas emoções. Emoções que tocam o coração, como receber um telefonema de uma pessoinha muito especial e escutá-la cantarolar que ela sem mim é como o Piupiu sem o Frajola, como um beijinho sem amasso... Coisas que fazem essa vida louca da gente ter sentido e nos pegamos derramando uma lágrima aqui e ali.
Te adoro, Isabela.

Surpresa boa.

Nada como começar a segunda feira com boas emoções. Emoções que tocam o coração, como receber um telefonema de uma pessoinha muito especial e escutá-la cantarolar que ela sem mim é como o Piupiu sem o Frajola, como um beijinho sem amasso... Coisas que fazem essa vida louca da gente ter sentido e nos pegamos derramando uma lágrima aqui e ali.
Te adoro, Isabela.
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Pois é, essas outras coisas mais são pensamentos, pontos de vista, notícias que me tocam de uma forma ou de outra, enfim, coisas mais que, ao meu ver, merecem comentário.
Como por exemplo, o fato do meu time do coração, o Goiás Esporte Clube, estar terminando esse campeonato brasileiro de 2009 de forma tão... medíocre, vergonhosa, posso assim dizer! Sair da segunda colocação para a décima. Fora Helio dos Anjos!
Fica aqui o meu protesto.

E outras coisas mais...

Pois é, essas outras coisas mais são pensamentos, pontos de vista, notícias que me tocam de uma forma ou de outra, enfim, coisas mais que, ao meu ver, merecem comentário.
Como por exemplo, o fato do meu time do coração, o Goiás Esporte Clube, estar terminando esse campeonato brasileiro de 2009 de forma tão... medíocre, vergonhosa, posso assim dizer! Sair da segunda colocação para a décima. Fora Helio dos Anjos!
Fica aqui o meu protesto.
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Para Carolinda.

Cada vez que vejo seu rosto em meus pensamentos
Acelero meu passo na esperança de te reencontrar.
Reencontar seus olhos enluarados, que deixa o sol cheio de ciumes, reencontar seus cabelos que o vento orgulhoso canta ao soprar.
Ontem te vi passar pelo meu olhar
Linda de morrer, com flores no cabelo e um sorriso a completar,
Inventando a natureza com esse seu jeito maroto, dengoso e tempestuoso.
Nuances de beleza no ar vão ficando a cada passo seu, beleza que é só sua, você que é linda de amar.
Divinamente você cativa, você brinca, você fala, você cura… você que é pura doçura.
Ando e ando a te reencontrar pra contemplar meu dia com alegria e deixar a lua na fantasia de que é ela a inspiradora do poeta, onde, na verdade, é você, Carolinda, a mais bela das poesias do mar.

Tia Aninha.

Para Carolinda.




Para Carolinda.

Cada vez que vejo seu rosto em meus pensamentos
Acelero meu passo na esperança de te reencontrar.
Reencontar seus olhos enluarados, que deixa o sol cheio de ciumes, reencontar seus cabelos que o vento orgulhoso canta ao soprar.
Ontem te vi passar pelo meu olhar
Linda de morrer, com flores no cabelo e um sorriso a completar,
Inventando a natureza com esse seu jeito maroto, dengoso e tempestuoso.
Nuances de beleza no ar vão ficando a cada passo seu, beleza que é só sua, você que é linda de amar.
Divinamente você cativa, você brinca, você fala, você cura… você que é pura doçura.
Ando e ando a te reencontrar pra contemplar meu dia com alegria e deixar a lua na fantasia de que é ela a inspiradora do poeta, onde, na verdade, é você, Carolinda, a mais bela das poesias do mar.

Tia Aninha.
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O Anjo.

Onde estás, oh criação, que dorme pesadelos e vive sonhos tresloucados, contando com o perdão divino?
Uma vez vivi uma experiência um tanto surreal. Saí do meu corpo enquanto dormia e me deparei com monstros alados e chifrudos e estes, quando me fitaram, colocaram fogo pela goela para me queimar as pestanas.
Corri, corri muito para me livrar das criaturas na esperança de encontrar um riacho pra apagar o incêndio que o fogo cuspido pelos dragões me crestava.
Acordei vertendo água pelos poros mas aliviada de ter me livrado de tais seres fabulosos.
Aí minha vida começou naquele dia, um dia divino, cheio de luz do sol. Vivi um sonho acordada. Sonhei que pisava firme no chão, dentro do meu corpo e resolvi banhar-me dele, do sol, pra captar energias e seguir a diante em busca de respostas para minhas inquirições. Esperava respostas convincentes sobre a vida, a morte, Eu, Deus... Eu me escrevo com letra maiúscula, pois uma resposta Eu consegui naquele dia, que Eu sou Deus, sou o meu Deus e que todos nós temos um dentro do corpo vivo. Um Deus tão poderoso que julga, absolve, dá a luz, tira a vida, faz e acontece. Ama, odeia, cria, destroi… Esse Deus que Eu tenho dentro do meu corpo vivo é o Deus todo poderoso e Eu tenho todo controle sobre ele. Deus sou Eu. Sabe quem me deu essa resposta? Foi um anjo…
Bom, consegui respostas sobre Eu e Deus naquele dia, mas a vida e a morte ficaram para o dia depois da noite que estava por vir, a noite em que eu dormiria pesadelos de novo, mas, agora sabendo que sou esse Eu, despacharia os dragões para outro planeta.

Ana Maria Basso.

O Anjo.

O Anjo.

Onde estás, oh criação, que dorme pesadelos e vive sonhos tresloucados, contando com o perdão divino?
Uma vez vivi uma experiência um tanto surreal. Saí do meu corpo enquanto dormia e me deparei com monstros alados e chifrudos e estes, quando me fitaram, colocaram fogo pela goela para me queimar as pestanas.
Corri, corri muito para me livrar das criaturas na esperança de encontrar um riacho pra apagar o incêndio que o fogo cuspido pelos dragões me crestava.
Acordei vertendo água pelos poros mas aliviada de ter me livrado de tais seres fabulosos.
Aí minha vida começou naquele dia, um dia divino, cheio de luz do sol. Vivi um sonho acordada. Sonhei que pisava firme no chão, dentro do meu corpo e resolvi banhar-me dele, do sol, pra captar energias e seguir a diante em busca de respostas para minhas inquirições. Esperava respostas convincentes sobre a vida, a morte, Eu, Deus... Eu me escrevo com letra maiúscula, pois uma resposta Eu consegui naquele dia, que Eu sou Deus, sou o meu Deus e que todos nós temos um dentro do corpo vivo. Um Deus tão poderoso que julga, absolve, dá a luz, tira a vida, faz e acontece. Ama, odeia, cria, destroi… Esse Deus que Eu tenho dentro do meu corpo vivo é o Deus todo poderoso e Eu tenho todo controle sobre ele. Deus sou Eu. Sabe quem me deu essa resposta? Foi um anjo…
Bom, consegui respostas sobre Eu e Deus naquele dia, mas a vida e a morte ficaram para o dia depois da noite que estava por vir, a noite em que eu dormiria pesadelos de novo, mas, agora sabendo que sou esse Eu, despacharia os dragões para outro planeta.

Ana Maria Basso.
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Para Cristina
Um Ano


Bendito seja o tempo... que passa, alivia, que renova pensamentos, sentimentos...

Bendito seja o tempo que não para.
Hoje faz um ano que minha irmã resolveu fazer sua viagem para o outro lado da vida. Se foi sem um adeus para mim, se foi sem avisar e eu fiquei aqui pensando... mas por quê? Aí me lembro das palavras de um bom amigo de todas as horas: “Não temos que questionar, julgar ou perguntar o porque... agora é entre ela e Deus”.
E o tempo foi passando e a dor da perda aliviando, mas as saudades, essa, só aumentando. Como lhe dar com essa saudade? O tempo, este sim, é um santo remédio! Ele vai passando e sinto que o que vai ficando são as boas lembranças, o tempo que dividimos, as risadas que demos juntas e que aquele dia 18 do ano passado, o pior da minha vida, diga-se de passagem, vai ficando esquecido, não completamente, pois o que foge do meu entendimento fica martelando na minha cabeça... mas já com bem menos intensidade, graças ao tempo.
É, bendito seja o tempo. O tempo de nascer, o tempo de morrer...
Se a morte vem pra todos nós, sem exceção, porque sofremos tanto com ela? Não aceitamos a perda, somos egoístas natos, parece até que não acreditamos que a vida continua do outro lado, do outro lado invisível para nós. Ela existe e eu tenho certeza de que minha irmã Cristina vive e olha por mim. Acho até que ela pede desculpas bem baixinho no meu ouvido por ter partido assim, como partiu.
Acho que do outro lado também existe o tempo, um tempo diferente do nosso, um tempo para cada um que parte se curar, se redimir, um tempo pra refletir, pra renascer e viver novamente o nosso tempo.
Minha querida irmã, torço para que o meu tempo aqui passe logo para podermos nos reencontrar e dividirmos as razões de sua partida prematura e matar as saudades, é claro.
Que Deus e os Espíritos de Luz te guiem e te guardem, porque daqui eu rezo por você sempre.
Fique bem.
Sua irmã,
Aninha.

Para Cristina. Um Ano

Para Cristina
Um Ano


Bendito seja o tempo... que passa, alivia, que renova pensamentos, sentimentos...

Bendito seja o tempo que não para.
Hoje faz um ano que minha irmã resolveu fazer sua viagem para o outro lado da vida. Se foi sem um adeus para mim, se foi sem avisar e eu fiquei aqui pensando... mas por quê? Aí me lembro das palavras de um bom amigo de todas as horas: “Não temos que questionar, julgar ou perguntar o porque... agora é entre ela e Deus”.
E o tempo foi passando e a dor da perda aliviando, mas as saudades, essa, só aumentando. Como lhe dar com essa saudade? O tempo, este sim, é um santo remédio! Ele vai passando e sinto que o que vai ficando são as boas lembranças, o tempo que dividimos, as risadas que demos juntas e que aquele dia 18 do ano passado, o pior da minha vida, diga-se de passagem, vai ficando esquecido, não completamente, pois o que foge do meu entendimento fica martelando na minha cabeça... mas já com bem menos intensidade, graças ao tempo.
É, bendito seja o tempo. O tempo de nascer, o tempo de morrer...
Se a morte vem pra todos nós, sem exceção, porque sofremos tanto com ela? Não aceitamos a perda, somos egoístas natos, parece até que não acreditamos que a vida continua do outro lado, do outro lado invisível para nós. Ela existe e eu tenho certeza de que minha irmã Cristina vive e olha por mim. Acho até que ela pede desculpas bem baixinho no meu ouvido por ter partido assim, como partiu.
Acho que do outro lado também existe o tempo, um tempo diferente do nosso, um tempo para cada um que parte se curar, se redimir, um tempo pra refletir, pra renascer e viver novamente o nosso tempo.
Minha querida irmã, torço para que o meu tempo aqui passe logo para podermos nos reencontrar e dividirmos as razões de sua partida prematura e matar as saudades, é claro.
Que Deus e os Espíritos de Luz te guiem e te guardem, porque daqui eu rezo por você sempre.
Fique bem.
Sua irmã,
Aninha.
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Poema da Saudade.
Para Cristina.

Falar da Cristina é como falar do vento...
Sim, porque o vento é constante mesmo quando se oculta nas calmarias do tempo.

Cristina é o vento que sopra e semeia meu jardim.
Cristina é o vento que sopra em meu rosto e me refresca o suor.
Cristina é o vento que move as ondas do meu mar, sempre forte.
Para mim não existe som melhor do que o das ondas do mar, constante, um calmante...

E assim sinto minha irmã, sempre soprando aqui nos meus ouvidos e agora dizendo...”Eu estou viva e olhando por você. Só quero descansar por alguns segundos para poder soprar de novo pra você. Mas enquanto eu descanso, reze por mim.”

Cristina é também sol que me ilumina, é a chuva que me renova, a lua que me acolhe na penumbra, é o ar contido no vento que sopra...

Agora sinto saudades do vento forte, que quando para um lado eu pendia, vinha na direção certa e me endireitava.
Sinto saudades do vento calmo que com um sopro, ajeitava meus cabelos.
Sinto saudades de você, minha irmã.
Mas como o tempo, seu vento, eu sei, nunca vai parar de soprar.

Ana Maria Basso

Poema da Saudade. Para Cristina

Poema da Saudade.
Para Cristina.

Falar da Cristina é como falar do vento...
Sim, porque o vento é constante mesmo quando se oculta nas calmarias do tempo.

Cristina é o vento que sopra e semeia meu jardim.
Cristina é o vento que sopra em meu rosto e me refresca o suor.
Cristina é o vento que move as ondas do meu mar, sempre forte.
Para mim não existe som melhor do que o das ondas do mar, constante, um calmante...

E assim sinto minha irmã, sempre soprando aqui nos meus ouvidos e agora dizendo...”Eu estou viva e olhando por você. Só quero descansar por alguns segundos para poder soprar de novo pra você. Mas enquanto eu descanso, reze por mim.”

Cristina é também sol que me ilumina, é a chuva que me renova, a lua que me acolhe na penumbra, é o ar contido no vento que sopra...

Agora sinto saudades do vento forte, que quando para um lado eu pendia, vinha na direção certa e me endireitava.
Sinto saudades do vento calmo que com um sopro, ajeitava meus cabelos.
Sinto saudades de você, minha irmã.
Mas como o tempo, seu vento, eu sei, nunca vai parar de soprar.

Ana Maria Basso
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Tia Alegria.
Para Tia Elcy

Há pessoas e pessoas.
Há pessoas tias.
Tias irmãs da mãe, do pai,
Tia essa, irmã da mãe.
Tia essa, que como uma mãe, se confunde com pai, vô, vó...

Elcy Maria, essa tia.
Que rima com alegria
Que rima com folia.

Essa tia, que deixa tudo numa só alegria.

Elcy Maria, essa tia
Que gosta de pescaria,
Que transforma a fantasia em dia-a-dia
E conquista a parceria pra viver a boemia na noite clara e fria.

Elcy Maria, que tem voz que acaricia,
Quando canta em parceria com a mãe que também é tia.

Elcy Maria, extraordinária tia
Que acompanha a romaria pra rezar Ave Maria.

Essa tia que tem pastelaria e
Agrada a freguesia com sabores e iguarias.

Elcy Maria, essa tia alegria
Que cuida de todos com amor...

Mas amor não rima com alegria...
Mas rima com flor, calor, esplendor...
Flor que é Elcy Maria,
Minha tia alegria.

Ana Maria Basso.

Tia Alegria. Para Tia Elcy



Tia Alegria.
Para Tia Elcy

Há pessoas e pessoas.
Há pessoas tias.
Tias irmãs da mãe, do pai,
Tia essa, irmã da mãe.
Tia essa, que como uma mãe, se confunde com pai, vô, vó...

Elcy Maria, essa tia.
Que rima com alegria
Que rima com folia.

Essa tia, que deixa tudo numa só alegria.

Elcy Maria, essa tia
Que gosta de pescaria,
Que transforma a fantasia em dia-a-dia
E conquista a parceria pra viver a boemia na noite clara e fria.

Elcy Maria, que tem voz que acaricia,
Quando canta em parceria com a mãe que também é tia.

Elcy Maria, extraordinária tia
Que acompanha a romaria pra rezar Ave Maria.

Essa tia que tem pastelaria e
Agrada a freguesia com sabores e iguarias.

Elcy Maria, essa tia alegria
Que cuida de todos com amor...

Mas amor não rima com alegria...
Mas rima com flor, calor, esplendor...
Flor que é Elcy Maria,
Minha tia alegria.

Ana Maria Basso.
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Meu Girassol.
Para Clarissa

Quando fecho os olhos e imagino um girassol,
Vejo logo não só um, mas um jardim de girassóis...
Não...
Um campo todo coberto com girassóis reluzentes, cheios de cor.
Um amarelo sol que ilumina, que transborda cor que rima com amor.
Estarei eu sonhando?
Sim, pois vejo no meio deles o seu rosto, o seu sorriso, os seus cabelos ao ritmo da brisa leve que sopra.
Estarei eu sonhando?
Você me olha e sorri, acena e me chama...
_ Vem, mãe, vem ser um girassol também!
Mas eu fico ali parada, encantada.
Descubro-te ainda menina...
Aí, te percebo já uma mulher.
Assim tão única que é você.
Vou contornando o campo sem te perder de vista,
Teus olhos me seguem e você ainda me chama...
_ Vem, mãe, vem ser um girassol também.
Mas girassol só é você no meio de flores amarelo sol.
Pois só você, Clarissa, é meu girassol.


Ana Maria Basso

Meu Girassol. Para Clarissa

Meu Girassol.
Para Clarissa

Quando fecho os olhos e imagino um girassol,
Vejo logo não só um, mas um jardim de girassóis...
Não...
Um campo todo coberto com girassóis reluzentes, cheios de cor.
Um amarelo sol que ilumina, que transborda cor que rima com amor.
Estarei eu sonhando?
Sim, pois vejo no meio deles o seu rosto, o seu sorriso, os seus cabelos ao ritmo da brisa leve que sopra.
Estarei eu sonhando?
Você me olha e sorri, acena e me chama...
_ Vem, mãe, vem ser um girassol também!
Mas eu fico ali parada, encantada.
Descubro-te ainda menina...
Aí, te percebo já uma mulher.
Assim tão única que é você.
Vou contornando o campo sem te perder de vista,
Teus olhos me seguem e você ainda me chama...
_ Vem, mãe, vem ser um girassol também.
Mas girassol só é você no meio de flores amarelo sol.
Pois só você, Clarissa, é meu girassol.


Ana Maria Basso
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A Louca.


Pensei em vários títulos para essa história, e depois de lerem o que vou contar vão concordar comigo.
O dia prometia transcorrer normalmente, acordar num dia de férias, visitar minha mãe e me despedir de minha irmã que retornaria de sua viagem de férias, brincar com minha sobrinha de lindos olhos azuis, comer bolo com café... Porém, ver uma louca se jogar do quarto andar de um apart-hotel, definitivamente não estava nos meus planos.
Ao atravessar a última esquina que levaria ao prédio de minha mãe, uns gritos que vinham do apart-hotel à minha direita me chamou a atenção e quando olhei na direção e me deparei com uma mulher de calcinha preta e camiseta vermelha se lançando sobre a pequena sacada do apartamento, me senti como se assistindo a um filme. Cobri os olhos para não ver o que eu realmente via, uma louca se lançando sobre a sacada e mudando de idéia na metade do caminho e agarrando o parapeito da sacada para não cair.
Numa questão de segundos, pensei na minha covardia em não querer olhar e, quem sabe, poder ajudar aquela louca a mudar de idéia. Voltei meu olhar para a louca pendurada na sacada e lá de dentro do apartamento saiu um homem que rapidamente a agarrou pelos braços. Ela ficou lá, tentando apoiar as pernas em algo e gritando não sei o que.
Começou a juntar gente, eu olhava para a louca pendurada, olhava para baixo onde ela provavelmente cairia, olhava para o homem que tentava segurá-la, olhava para um senhor que surgiu no segundo andar e ficou a olhar a multidão que se formava e comecei a gritar para ele que chamasse a polícia.
Vi quando o porteiro do aparte-hotel saiu correndo em direção à portaria, vi quando o homem que segurava a louca pediu que ela tivesse calma, vi quando um senhor de terno azul escuro parou do meu lado com seu celular na mão e vi quando alguns carros pararam na esquina e de dentro deles saíram seus motoristas pra ver o que estava acontecendo ali.
Eu continuava gritando para o senhor no segundo andar para que chamasse a polícia, mas a sensação que eu tinha era de que ninguém me ouvia... e a louca continuava pendurada...
O senhor de terno azul marinho que estava parado do meu lado, muito calmamente, me perguntou se o número do bombeiro era 193. Eu olhei para ele e me dei em conta que meu celular estava no bolso de minha calça preta. Ao alcançá-lo, tentei ligar 190, mas eu não me concentrava no teclado e disquei 199. Cancelei a discagem, olhei novamente em direção à louca dependurada na sacada do quarto andar e percebi que o homem que a agarrava pelos braços estava obtendo sucesso em puxá-la para cima e para dentro. Mais uma vez eu tentei discar 190 e quando no meu celular acusou “chamando”, o homem conseguiu salvar a louca de sua queda mortal.
Puxa, que alívio! Cancelei a ligação para a polícia.
O senhor de terno azul marinho do meu lado murmurou algo que eu não entendi e seguiu o seu caminho, as pessoas que haviam saído de seus carros para ver a louca cair também seguiram seus caminhos, a multidão que se formara na frente do aparte-hotel se dispersou e eu fiquei ali parada por mais alguns instantes, para ver se alguém apareceria na sacada do quarto andar pra dizer que estava tudo bem, mas o homem e a louca sumiram lá para dentro.
Devolvi meu celular para o meu bolso e disse para mim mesma: “que louca”.
Voltei a caminhar na direção do prédio de minha mãe que se encontrava há alguns metros e meus pensamentos ferviam. O que poderia ter levado aquela louca a tentar se matar? Sim, porque foi exatamente o que ela fez, ela se jogou lá de cima, mas um milésimo de segundo de bom senso a fez mudar de idéia e se agarrar no parapeito. Seria desespero por um amor não correspondido? Seria chantagem por um pedido não realizado? Ou seria algum tipo de doença mental que acometia aquela pobre jovem?
Quando cheguei ao meu destino me pus aos prantos abraçada à minha irmã que estava de visitas. Ela pensou que eu tivesse sido assaltada ou coisa parecida, e, aos soluços, contei o que eu acabara de presenciar.
Agora, contando a história da louca, penso em suicidas pelo mundo afora. Se Deus nos deu o livre arbítrio, então suicidar-se é uma escolha individual, a qual ninguém deve se intrometer ou impedir, ou não... Eu sou livre e faço da minha vida o que bem entender, inclusive acabar com ela, ou não...
Mas e depois dela, da morte, o que virá? A escuridão para os suicidas? Quem disse?
Seria um covarde aquele que tira a própria vida ou um covarde aquele que não tem coragem de tirá-la?
Para a minha verdade, sei que quero viver. Preferiria viver sem ter que ver pessoas pulando de sacadas, mas se tiver a má sorte de presenciar novamente coisas do tipo, tentarei agir mais rápido com relação ao meu celular no bolso da calça preta.

Ana Maria Basso
( Mal sabia eu...)

Crônica. A Louca.

A Louca.


Pensei em vários títulos para essa história, e depois de lerem o que vou contar vão concordar comigo.
O dia prometia transcorrer normalmente, acordar num dia de férias, visitar minha mãe e me despedir de minha irmã que retornaria de sua viagem de férias, brincar com minha sobrinha de lindos olhos azuis, comer bolo com café... Porém, ver uma louca se jogar do quarto andar de um apart-hotel, definitivamente não estava nos meus planos.
Ao atravessar a última esquina que levaria ao prédio de minha mãe, uns gritos que vinham do apart-hotel à minha direita me chamou a atenção e quando olhei na direção e me deparei com uma mulher de calcinha preta e camiseta vermelha se lançando sobre a pequena sacada do apartamento, me senti como se assistindo a um filme. Cobri os olhos para não ver o que eu realmente via, uma louca se lançando sobre a sacada e mudando de idéia na metade do caminho e agarrando o parapeito da sacada para não cair.
Numa questão de segundos, pensei na minha covardia em não querer olhar e, quem sabe, poder ajudar aquela louca a mudar de idéia. Voltei meu olhar para a louca pendurada na sacada e lá de dentro do apartamento saiu um homem que rapidamente a agarrou pelos braços. Ela ficou lá, tentando apoiar as pernas em algo e gritando não sei o que.
Começou a juntar gente, eu olhava para a louca pendurada, olhava para baixo onde ela provavelmente cairia, olhava para o homem que tentava segurá-la, olhava para um senhor que surgiu no segundo andar e ficou a olhar a multidão que se formava e comecei a gritar para ele que chamasse a polícia.
Vi quando o porteiro do aparte-hotel saiu correndo em direção à portaria, vi quando o homem que segurava a louca pediu que ela tivesse calma, vi quando um senhor de terno azul escuro parou do meu lado com seu celular na mão e vi quando alguns carros pararam na esquina e de dentro deles saíram seus motoristas pra ver o que estava acontecendo ali.
Eu continuava gritando para o senhor no segundo andar para que chamasse a polícia, mas a sensação que eu tinha era de que ninguém me ouvia... e a louca continuava pendurada...
O senhor de terno azul marinho que estava parado do meu lado, muito calmamente, me perguntou se o número do bombeiro era 193. Eu olhei para ele e me dei em conta que meu celular estava no bolso de minha calça preta. Ao alcançá-lo, tentei ligar 190, mas eu não me concentrava no teclado e disquei 199. Cancelei a discagem, olhei novamente em direção à louca dependurada na sacada do quarto andar e percebi que o homem que a agarrava pelos braços estava obtendo sucesso em puxá-la para cima e para dentro. Mais uma vez eu tentei discar 190 e quando no meu celular acusou “chamando”, o homem conseguiu salvar a louca de sua queda mortal.
Puxa, que alívio! Cancelei a ligação para a polícia.
O senhor de terno azul marinho do meu lado murmurou algo que eu não entendi e seguiu o seu caminho, as pessoas que haviam saído de seus carros para ver a louca cair também seguiram seus caminhos, a multidão que se formara na frente do aparte-hotel se dispersou e eu fiquei ali parada por mais alguns instantes, para ver se alguém apareceria na sacada do quarto andar pra dizer que estava tudo bem, mas o homem e a louca sumiram lá para dentro.
Devolvi meu celular para o meu bolso e disse para mim mesma: “que louca”.
Voltei a caminhar na direção do prédio de minha mãe que se encontrava há alguns metros e meus pensamentos ferviam. O que poderia ter levado aquela louca a tentar se matar? Sim, porque foi exatamente o que ela fez, ela se jogou lá de cima, mas um milésimo de segundo de bom senso a fez mudar de idéia e se agarrar no parapeito. Seria desespero por um amor não correspondido? Seria chantagem por um pedido não realizado? Ou seria algum tipo de doença mental que acometia aquela pobre jovem?
Quando cheguei ao meu destino me pus aos prantos abraçada à minha irmã que estava de visitas. Ela pensou que eu tivesse sido assaltada ou coisa parecida, e, aos soluços, contei o que eu acabara de presenciar.
Agora, contando a história da louca, penso em suicidas pelo mundo afora. Se Deus nos deu o livre arbítrio, então suicidar-se é uma escolha individual, a qual ninguém deve se intrometer ou impedir, ou não... Eu sou livre e faço da minha vida o que bem entender, inclusive acabar com ela, ou não...
Mas e depois dela, da morte, o que virá? A escuridão para os suicidas? Quem disse?
Seria um covarde aquele que tira a própria vida ou um covarde aquele que não tem coragem de tirá-la?
Para a minha verdade, sei que quero viver. Preferiria viver sem ter que ver pessoas pulando de sacadas, mas se tiver a má sorte de presenciar novamente coisas do tipo, tentarei agir mais rápido com relação ao meu celular no bolso da calça preta.

Ana Maria Basso
( Mal sabia eu...)
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É Verdade


Para se começar escrever um livro, necessitas de inspiração. Onde estas, oh, inspiração....
Onde estás que não me clareas a memória.... mas e claro, memórias.... vou escrever memórias. Memórias minhas, memórias de uma parte da minha vida que já passou e que marcou. Tantas coisas boas e ruins marcaram a minha vida....
A mais antiga memória que tenho e de ver minha avó no seu leito de morte, só tinha 5 anos. Ela estava linda... toda de azul, minha cor favorita. Lembro-me de que minha mãe chorava muito e eu cutucava minha avó para que ela acordasse, para que abrisse os olhos para que minha mãe parasse de chorar. Lembro-me da procissão do enterro, fiquei no bar da minha vó Irota com algumas pessoas e minha irmã... O bar de minha vó Irota... adorava os sorvetes que podia tomar a qualquer hora lá.
Uma memória puxa outra, não e mesmo meu caro leitor? O bar de minha vó Irota era grande e hoje , quando penso nele, me parece tão antigo, escuro, mesmo para a época. Deve ser impressão. Como eu adorava minha vó Irota. Lembro-me de viajar para Catalão de avião. Até então meu pai não havia contado para minha mãe que sua mãe havia morrido, foi só quando chegamos lá que minha mãe ficou sabendo. Chorou tanto que fiquei com muita pena dela, mas não teve jeito, cutuquei minha vó no caixão varias vezes, mas ela não acordou.
Uma memória boa.... meus primos. Éramos 6 ao todo que brincávamos no quintal da minha vó. Eu era a única menina da turma. Casei-me na época com um deles, mas não fomos felizes para sempre...
As memórias estão vindo aos poucos... mas minha vida é muito comum para se tornar um livro de memórias. Vamos passar para outro assunto que, com certeza, será mais interessante, não que minha vida não seja interessante, mas só interessa mesmo a mim.



Voltando as minhas memórias, sim, porque acabo de me lembrar de outro fato de minha vida, outra memória, memória de um sonho que fiz acontecer.
Certa vez, naquele tempo em que eu ainda acreditava no velho barbudo de vermelho, sim meu caro leitor, ele mesmo, o papai Noel .
Eu devia ter meus 7 anos e morávamos em Syracuse, no nordeste dos Estados Unidos. O inverno de lá era muito rigoroso e ainda o é. Meu caro leitor deve estar imaginando o que eu fazia nos Estados Unidos aos 7 anos de idade... pois sim, lhes direi assim que contar-lhes o meu sonho. Era época de Natal e eu cismei que veria o “Santa” no seu trenó. Foi assim: Ouvia estórias do velhinho barbudo de vermelho e acreditava piamente que ele existia. Com toda a movimentação que sempre existiu em torno do Natal, podes imaginar o grau de excitação em que me encontrava. Bom, como sonhar é muito bom, naquela noite, antes de me deitar fiquei a observar a neve que caia lá fora e a aguardar.. . Minha irmã que dormia numa cama bem ao lado da minha estava envolta num cobertor bem quentinho, e, ao fitá-la, mais que depressa me enfiei debaixo de minhas cobertas, me acomodei e fiquei a pensar na figura do velhinho e seu trenó, o grande saco cheio de presentes... De repente, comecei a ouvir o barulho de sininhos, como aqueles que ficam pendurados no pescoço das renas do papai Noel. Não é que quando olhei pela janela, lá estavam as renas, o trenó, 2 elfos e, ele, o papai Noel, se preparando para levantar vôo em seu trenó. Olhei para minha irmã que já devia estar no décimo sono e a chamei baixinho: “Cristina...acorda e veja isto!” Mas nada da minha irmã acordar. Tentei chamá-la mais umas vezes e nada...
A visão de ver o velhinho levantar vôo em seu trenó bem ali, a poucos metros de mim e ainda me olhar e acenar foi o máximo! Sim, meu caro leitor, o velho Noel acenou para mim, acredita? Mais que depressa pulei da cama e corri para a sala, onde ficava a árvore de natal e lá estavam todos os presentes! Não me contive, voltei para meu quarto e chamei minha irmã, mas desta vez eu a acordei e a chamei para ver os presentes lá na sala. Por fim meus pais também acordaram e se juntaram a nós. Contei-lhes o que eu acabara de ver e eles... acreditaram. Pai e mãe são o máximo!
Como eu havia prometido, vou lhes contar o quê eu fazia nos Estados Unidos aos 7 anos.
Meu pai estava estudando lá, tirando seu mestrado em administração. Foi uma época muito boa de minha vida, como várias outras.

Ana Maria Basso.

Crônica. É Verdade.

É Verdade


Para se começar escrever um livro, necessitas de inspiração. Onde estas, oh, inspiração....
Onde estás que não me clareas a memória.... mas e claro, memórias.... vou escrever memórias. Memórias minhas, memórias de uma parte da minha vida que já passou e que marcou. Tantas coisas boas e ruins marcaram a minha vida....
A mais antiga memória que tenho e de ver minha avó no seu leito de morte, só tinha 5 anos. Ela estava linda... toda de azul, minha cor favorita. Lembro-me de que minha mãe chorava muito e eu cutucava minha avó para que ela acordasse, para que abrisse os olhos para que minha mãe parasse de chorar. Lembro-me da procissão do enterro, fiquei no bar da minha vó Irota com algumas pessoas e minha irmã... O bar de minha vó Irota... adorava os sorvetes que podia tomar a qualquer hora lá.
Uma memória puxa outra, não e mesmo meu caro leitor? O bar de minha vó Irota era grande e hoje , quando penso nele, me parece tão antigo, escuro, mesmo para a época. Deve ser impressão. Como eu adorava minha vó Irota. Lembro-me de viajar para Catalão de avião. Até então meu pai não havia contado para minha mãe que sua mãe havia morrido, foi só quando chegamos lá que minha mãe ficou sabendo. Chorou tanto que fiquei com muita pena dela, mas não teve jeito, cutuquei minha vó no caixão varias vezes, mas ela não acordou.
Uma memória boa.... meus primos. Éramos 6 ao todo que brincávamos no quintal da minha vó. Eu era a única menina da turma. Casei-me na época com um deles, mas não fomos felizes para sempre...
As memórias estão vindo aos poucos... mas minha vida é muito comum para se tornar um livro de memórias. Vamos passar para outro assunto que, com certeza, será mais interessante, não que minha vida não seja interessante, mas só interessa mesmo a mim.



Voltando as minhas memórias, sim, porque acabo de me lembrar de outro fato de minha vida, outra memória, memória de um sonho que fiz acontecer.
Certa vez, naquele tempo em que eu ainda acreditava no velho barbudo de vermelho, sim meu caro leitor, ele mesmo, o papai Noel .
Eu devia ter meus 7 anos e morávamos em Syracuse, no nordeste dos Estados Unidos. O inverno de lá era muito rigoroso e ainda o é. Meu caro leitor deve estar imaginando o que eu fazia nos Estados Unidos aos 7 anos de idade... pois sim, lhes direi assim que contar-lhes o meu sonho. Era época de Natal e eu cismei que veria o “Santa” no seu trenó. Foi assim: Ouvia estórias do velhinho barbudo de vermelho e acreditava piamente que ele existia. Com toda a movimentação que sempre existiu em torno do Natal, podes imaginar o grau de excitação em que me encontrava. Bom, como sonhar é muito bom, naquela noite, antes de me deitar fiquei a observar a neve que caia lá fora e a aguardar.. . Minha irmã que dormia numa cama bem ao lado da minha estava envolta num cobertor bem quentinho, e, ao fitá-la, mais que depressa me enfiei debaixo de minhas cobertas, me acomodei e fiquei a pensar na figura do velhinho e seu trenó, o grande saco cheio de presentes... De repente, comecei a ouvir o barulho de sininhos, como aqueles que ficam pendurados no pescoço das renas do papai Noel. Não é que quando olhei pela janela, lá estavam as renas, o trenó, 2 elfos e, ele, o papai Noel, se preparando para levantar vôo em seu trenó. Olhei para minha irmã que já devia estar no décimo sono e a chamei baixinho: “Cristina...acorda e veja isto!” Mas nada da minha irmã acordar. Tentei chamá-la mais umas vezes e nada...
A visão de ver o velhinho levantar vôo em seu trenó bem ali, a poucos metros de mim e ainda me olhar e acenar foi o máximo! Sim, meu caro leitor, o velho Noel acenou para mim, acredita? Mais que depressa pulei da cama e corri para a sala, onde ficava a árvore de natal e lá estavam todos os presentes! Não me contive, voltei para meu quarto e chamei minha irmã, mas desta vez eu a acordei e a chamei para ver os presentes lá na sala. Por fim meus pais também acordaram e se juntaram a nós. Contei-lhes o que eu acabara de ver e eles... acreditaram. Pai e mãe são o máximo!
Como eu havia prometido, vou lhes contar o quê eu fazia nos Estados Unidos aos 7 anos.
Meu pai estava estudando lá, tirando seu mestrado em administração. Foi uma época muito boa de minha vida, como várias outras.

Ana Maria Basso.
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Crônicas.


Reflexões Obscuras.

Faz tempo que ensaio o momento de sentar e escrever. São inúmeras as idéias, os pensamentos que passam pela minha cabeça, idéias estranhas, idéias desordenadas, enfim, idéias.
Idéias e pensamentos do tipo:
Para que estamos aqui?
Qual é o propósito de fazer o bem?
Os que são do mal, por quê?
Será mesmo que existe vida após a morte?
Desde que o mundo é mundo, existe a guerra entre o bem e o mal.
Às vezes o bem triunfa, mas muitas vezes o mal também vence. E daí?
Concepções de vidas são a grande variável da vida. Em uma cultura o mal pode ser o bem. E daí?
A morte faz parte da vida, porque, então, tanto medo dela? Todos, sem exceção morrem. Uns mais cedo, outros bem depois... Porque então nós não podemos decidir quando queremos morrer? Morreremos do mesmo jeito, não?
Quem disse que a morte é ruim?
Espíritos? Eu nunca vi um, você já?
Olho tudo ao meu redor e só dúvidas me afloram. Pessoas bonitas por fora, outras horríveis por dentro. Matanças, tiroteios, roubos, destruição... Que mundo é este em que vivemos onde só se vê o mal, a desgraça, a corrupção, o banditismo, e a vida continua seu rumo?
Então a vida é o mal? O bem, quando ouvimos falar dele, vem acompanhado de muita angústia, desconfiança, até mesmo dúvida, sim, porque ele é passageiro, notícias ruins são logo o próximo capítulo.... Será que estes sentimentos só estão acontecendo comigo?
Fé em Deus. Mas que Deus é esse que dá o livre arbítrio aos homens e a maior parte das vezes a escolha é pelo mal? Estamos vivendo outra Idade Média? A Era da Escuridão da alma?
Será que existe mesmo alma ou o homem perece quando morre de corpo e de todo o resto?
Para onde vamos quando estamos em coma, quando sofremos de doenças mentais?
Pessoas rezam o dia todo e não enxergam que de nada adianta rezar, tem-se, sim, que agir. Há freiras o suficiente no mundo para rezar por nós e pelos outros. Ser uma freira... Uma forma cômoda de se enclausurar e tapar os olhos para tudo.
A ignorância reina, o egoísmo impera, o individualismo governa nossas vidas, e tudo parece normal. O mundo já foi diferente algum dia?
Mas ouço que temos que observar as belezas da vida, como o sol que nasce todos os dias, como o botão de rosa que floresce, como a criança que nasce perfeita... Sim elas existem.
Mas O sol nasce e inunda o planeta de seca, calor escaldante, provocando o aquecimento global. O botão de rosa, mesmo antes de florescer é destruído por pragas ou cortado por mãos para embelezar qualquer ambiente fútil. A criança nasce perfeita e se transforma na criatura mais imperfeita que pode existir, cheia de medos, inseguranças, decepções, e muitas vezes se torna um monstro de brutalidade, violência e desumanidade. É o que temos visto com freqüência nos noticiários.
Qual é meu papel neste mundo que tento descrever aos meus olhos?
Que cada ser faça sua parte, tente sobreviver com conceitos que, podem ou não fazer a diferença?
Cabe a cada um escolher, de seu livre arbítrio seu papel nesta vida que deve ser a única. Morremos e perecemos de corpo e alma, é o que mais faz sentido. É uma idéia e uma constatação. Eu explico.
Morremos, somos enterrados e viramos pó. Todo o resto foi criado pelo homem, como espíritos, santos, o paraíso, uma luz brilhante... Tudo o que o homem cria visa a auto satisfação. Se dizem que existem espíritos, é para aliviar a dor de uma perda, e deixar pairar a esperança de que a outra pessoa está logo ali, num outro mundo, paralelo, e livros são vendidos, templos são erguidos para criar essa sensação de poder, de continuidade da vida após a morte. Como eu disse anteriormente, eu nunca vi um espírito, você já? A Igreja Católica é ainda mais hipócrita, pois prega algo e faz exatamente o contrário. Prega a bondade, convoca seus fieis à penitência e à pobreza nobre e se esbalda em luxo, mordomias e o diabo a quatro. Vai canonizar um brasileiro. Ironia. Não precisamos de santo, e sim de governantes dignos, honestos e comprometidos com o povo brasileiro.
O paraíso não existe, isto é óbvio, a não ser que seja cheio de mil ou duas mil virgens, como é mesmo que a cultura muçulmana vê o paraíso?
Luz brilhante no fim do túnel que vemos quando perecemos de corpo é nada mais nada menos que falta de oxigênio no cérebro, um aviso de que a alma também já vai perecer. A neurociência explica.
Pois bem, são reflexões um tanto obscuras, reconheço, mas é assim que, no momento, estou vendo nosso mundo.



Ana Maria Basso

Crônica. Reflexções Obscuras.

Crônicas.


Reflexões Obscuras.

Faz tempo que ensaio o momento de sentar e escrever. São inúmeras as idéias, os pensamentos que passam pela minha cabeça, idéias estranhas, idéias desordenadas, enfim, idéias.
Idéias e pensamentos do tipo:
Para que estamos aqui?
Qual é o propósito de fazer o bem?
Os que são do mal, por quê?
Será mesmo que existe vida após a morte?
Desde que o mundo é mundo, existe a guerra entre o bem e o mal.
Às vezes o bem triunfa, mas muitas vezes o mal também vence. E daí?
Concepções de vidas são a grande variável da vida. Em uma cultura o mal pode ser o bem. E daí?
A morte faz parte da vida, porque, então, tanto medo dela? Todos, sem exceção morrem. Uns mais cedo, outros bem depois... Porque então nós não podemos decidir quando queremos morrer? Morreremos do mesmo jeito, não?
Quem disse que a morte é ruim?
Espíritos? Eu nunca vi um, você já?
Olho tudo ao meu redor e só dúvidas me afloram. Pessoas bonitas por fora, outras horríveis por dentro. Matanças, tiroteios, roubos, destruição... Que mundo é este em que vivemos onde só se vê o mal, a desgraça, a corrupção, o banditismo, e a vida continua seu rumo?
Então a vida é o mal? O bem, quando ouvimos falar dele, vem acompanhado de muita angústia, desconfiança, até mesmo dúvida, sim, porque ele é passageiro, notícias ruins são logo o próximo capítulo.... Será que estes sentimentos só estão acontecendo comigo?
Fé em Deus. Mas que Deus é esse que dá o livre arbítrio aos homens e a maior parte das vezes a escolha é pelo mal? Estamos vivendo outra Idade Média? A Era da Escuridão da alma?
Será que existe mesmo alma ou o homem perece quando morre de corpo e de todo o resto?
Para onde vamos quando estamos em coma, quando sofremos de doenças mentais?
Pessoas rezam o dia todo e não enxergam que de nada adianta rezar, tem-se, sim, que agir. Há freiras o suficiente no mundo para rezar por nós e pelos outros. Ser uma freira... Uma forma cômoda de se enclausurar e tapar os olhos para tudo.
A ignorância reina, o egoísmo impera, o individualismo governa nossas vidas, e tudo parece normal. O mundo já foi diferente algum dia?
Mas ouço que temos que observar as belezas da vida, como o sol que nasce todos os dias, como o botão de rosa que floresce, como a criança que nasce perfeita... Sim elas existem.
Mas O sol nasce e inunda o planeta de seca, calor escaldante, provocando o aquecimento global. O botão de rosa, mesmo antes de florescer é destruído por pragas ou cortado por mãos para embelezar qualquer ambiente fútil. A criança nasce perfeita e se transforma na criatura mais imperfeita que pode existir, cheia de medos, inseguranças, decepções, e muitas vezes se torna um monstro de brutalidade, violência e desumanidade. É o que temos visto com freqüência nos noticiários.
Qual é meu papel neste mundo que tento descrever aos meus olhos?
Que cada ser faça sua parte, tente sobreviver com conceitos que, podem ou não fazer a diferença?
Cabe a cada um escolher, de seu livre arbítrio seu papel nesta vida que deve ser a única. Morremos e perecemos de corpo e alma, é o que mais faz sentido. É uma idéia e uma constatação. Eu explico.
Morremos, somos enterrados e viramos pó. Todo o resto foi criado pelo homem, como espíritos, santos, o paraíso, uma luz brilhante... Tudo o que o homem cria visa a auto satisfação. Se dizem que existem espíritos, é para aliviar a dor de uma perda, e deixar pairar a esperança de que a outra pessoa está logo ali, num outro mundo, paralelo, e livros são vendidos, templos são erguidos para criar essa sensação de poder, de continuidade da vida após a morte. Como eu disse anteriormente, eu nunca vi um espírito, você já? A Igreja Católica é ainda mais hipócrita, pois prega algo e faz exatamente o contrário. Prega a bondade, convoca seus fieis à penitência e à pobreza nobre e se esbalda em luxo, mordomias e o diabo a quatro. Vai canonizar um brasileiro. Ironia. Não precisamos de santo, e sim de governantes dignos, honestos e comprometidos com o povo brasileiro.
O paraíso não existe, isto é óbvio, a não ser que seja cheio de mil ou duas mil virgens, como é mesmo que a cultura muçulmana vê o paraíso?
Luz brilhante no fim do túnel que vemos quando perecemos de corpo é nada mais nada menos que falta de oxigênio no cérebro, um aviso de que a alma também já vai perecer. A neurociência explica.
Pois bem, são reflexões um tanto obscuras, reconheço, mas é assim que, no momento, estou vendo nosso mundo.



Ana Maria Basso
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Tudo Branco.

Branco da nuvem
Branco da noiva
Branco da onda
Branco do olho
Branco da pele
Branco da folha
Folha de papel que se deixa escrever
Da nuvem que de branca fica preta com o temporal
Assim como a noiva que de branco pensa que engana
Como a onda que quebra no final
Assim como o branco do olho que envermelha de vício
E da pele que se brônzea com o artifício
Assim como a nuvem que esconde o sol para o alívio
Como a noiva virgem como a Virgem
Assim como a crista da onda
Como o branco do olho
Assim como a raça branca da pele
E da folha que acaba em palavras
Palavras, palavras fúteis como estas.
Mas é melhor que deixar tudo branco, sem palavras ou pensamentos...
Pensamentos que ficam brancos no esquecimento.

Ana Maria Basso.

Tudo Branco.

Tudo Branco.

Branco da nuvem
Branco da noiva
Branco da onda
Branco do olho
Branco da pele
Branco da folha
Folha de papel que se deixa escrever
Da nuvem que de branca fica preta com o temporal
Assim como a noiva que de branco pensa que engana
Como a onda que quebra no final
Assim como o branco do olho que envermelha de vício
E da pele que se brônzea com o artifício
Assim como a nuvem que esconde o sol para o alívio
Como a noiva virgem como a Virgem
Assim como a crista da onda
Como o branco do olho
Assim como a raça branca da pele
E da folha que acaba em palavras
Palavras, palavras fúteis como estas.
Mas é melhor que deixar tudo branco, sem palavras ou pensamentos...
Pensamentos que ficam brancos no esquecimento.

Ana Maria Basso.
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Meu lugar.

Apaguei tudo, depois de lido, relido, apaguei tudo. Eram lembranças que decidi não lembrar mais, não que fossem lembranças ruins, mas só não queria lembrar mais.
Lembranças que doíam e de alguma forma apertavam meu coração, me deixavam com uma saudade imensa...
Saudade, por que tudo aqui me dava saudade de lá?
Claro, meu sangue estava lá e lá estava tudo o que eu realmente queria, minha casa, minha família, minha alegria...
Ah, que saudades de lá.
As folhas verdes que balançavam com o vento não estavam me trazendo esperança, por quê será? A esperança estava é me trazendo desesperança daqui, daqui desse lugar que não era meu lar.
Ah, como eu queria o meu lar, meu lugar.

Ana Maria Basso.

Meu Lugar.

Meu lugar.

Apaguei tudo, depois de lido, relido, apaguei tudo. Eram lembranças que decidi não lembrar mais, não que fossem lembranças ruins, mas só não queria lembrar mais.
Lembranças que doíam e de alguma forma apertavam meu coração, me deixavam com uma saudade imensa...
Saudade, por que tudo aqui me dava saudade de lá?
Claro, meu sangue estava lá e lá estava tudo o que eu realmente queria, minha casa, minha família, minha alegria...
Ah, que saudades de lá.
As folhas verdes que balançavam com o vento não estavam me trazendo esperança, por quê será? A esperança estava é me trazendo desesperança daqui, daqui desse lugar que não era meu lar.
Ah, como eu queria o meu lar, meu lugar.

Ana Maria Basso.
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Fica Assim.
Para Mariana

Pra que crescer?
Crescer dói, crescer ilude, crescer magoa,
Pra que crescer?
Cresce não, filha. Fica assim, pequenina por dentro, inocente por dentro, querida por dentro.
Fica assim, assim com essa voz de menina.
Fica assim, com esse olhar inocente, que acaricia a gente só de olhar.
Fica assim, com esse sorriso maroto, que cativa o garoto só de olhar.
Fica assim, com esse jeito querido, que brinca comigo só de olhar.
Cresce não, filha.
Fica assim.
Fica assim essa flor, essa cor que tem sabor.
Fica assim, essa menina, essa pessoa, cheia de jeito e amor.
Fica assim, com esse verde nos olhos, que são como a folha escura da flor, que colore, que destaca a cor, a cor que é a flor que é você.
Cresce não.
Fica assim, crescendo sem crescer, amadurecendo sem perder essa inocência, sorrindo e chorando, completando minha vida.
Os sorrisos que virão iluminarão o seu redor
E as lágrimas que brotarem no percurso a farão lembrar que ficar assim é melhor e que melhor é não crescer.
Então, fica assim, Mariana.

Ana Maria Basso.

Fica Assim. Para Mariana





Fica Assim.
Para Mariana

Pra que crescer?
Crescer dói, crescer ilude, crescer magoa,
Pra que crescer?
Cresce não, filha. Fica assim, pequenina por dentro, inocente por dentro, querida por dentro.
Fica assim, assim com essa voz de menina.
Fica assim, com esse olhar inocente, que acaricia a gente só de olhar.
Fica assim, com esse sorriso maroto, que cativa o garoto só de olhar.
Fica assim, com esse jeito querido, que brinca comigo só de olhar.
Cresce não, filha.
Fica assim.
Fica assim essa flor, essa cor que tem sabor.
Fica assim, essa menina, essa pessoa, cheia de jeito e amor.
Fica assim, com esse verde nos olhos, que são como a folha escura da flor, que colore, que destaca a cor, a cor que é a flor que é você.
Cresce não.
Fica assim, crescendo sem crescer, amadurecendo sem perder essa inocência, sorrindo e chorando, completando minha vida.
Os sorrisos que virão iluminarão o seu redor
E as lágrimas que brotarem no percurso a farão lembrar que ficar assim é melhor e que melhor é não crescer.
Então, fica assim, Mariana.

Ana Maria Basso.
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O Olho Mágico.

A batida na porta me transporta para a porta.
Quem é?
Com uma piscada de olho, olho no olho e vejo todo um corpo sem resposta, me olhando sem me ver.
É o olho de vidro que de tão pequeno me faz ver grande, como uma lente de aumento que com um olho me deixa ver todo um corpo sem resposta, mas que com um esforço extremo levanta a mão e bate na porta outra vez.
Quem é?
Não há resposta, então me transporto de novo para o olho de vidro e olho pelo olho o corpo que não responde.
Sem resposta não há mágica que me faça abrir a porta, pois o corpo que vejo pelo olho de vidro eu desconheço e abrir a porta sem resposta não há mágica de olho mágico que me faça abrir.
Quem é?
Eu!
Eu quem?
Eu!
Esse Eu que eu não sei quem é vai ficar ali esperando...
Esse olho mágico não faz magia e eu não sei quem Eu sou, então esse corpo do Eu vai ficar ali esperando esse eu que sou eu para sempre, pois eu não vou abrir a porta.
Assim me transporto para onde estava antes da batida na porta e deixo pra trás o olho mágico com o Eu que eu não sei quem é.
Escuto passos que vão se distanciando e depois não escuto mais nada.
Foi-se o Eu e ficou o olho mágico a espera da próxima batida na porta.

Ana Maria Basso

O Olho Mágico.

O Olho Mágico.

A batida na porta me transporta para a porta.
Quem é?
Com uma piscada de olho, olho no olho e vejo todo um corpo sem resposta, me olhando sem me ver.
É o olho de vidro que de tão pequeno me faz ver grande, como uma lente de aumento que com um olho me deixa ver todo um corpo sem resposta, mas que com um esforço extremo levanta a mão e bate na porta outra vez.
Quem é?
Não há resposta, então me transporto de novo para o olho de vidro e olho pelo olho o corpo que não responde.
Sem resposta não há mágica que me faça abrir a porta, pois o corpo que vejo pelo olho de vidro eu desconheço e abrir a porta sem resposta não há mágica de olho mágico que me faça abrir.
Quem é?
Eu!
Eu quem?
Eu!
Esse Eu que eu não sei quem é vai ficar ali esperando...
Esse olho mágico não faz magia e eu não sei quem Eu sou, então esse corpo do Eu vai ficar ali esperando esse eu que sou eu para sempre, pois eu não vou abrir a porta.
Assim me transporto para onde estava antes da batida na porta e deixo pra trás o olho mágico com o Eu que eu não sei quem é.
Escuto passos que vão se distanciando e depois não escuto mais nada.
Foi-se o Eu e ficou o olho mágico a espera da próxima batida na porta.

Ana Maria Basso
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Livro.

Não tenho um livro, um livro não tenho.
Ando, como, bebo, escuto bobagens e um livro não tenho.
Não tenho um livro pra me livrar deste marasmo
Um livro não tenho...
Quero um livro pra viajar, pra imaginar, pra conhecer,
quero um livro pra flutuar, pra historiar,
Mas um livro não tenho e continuo ouvido bobagens, comendo, bebendo e andando.
Que marasmo é um domingo sem um livro.

Ana Maria Basso

Livro.

Livro.

Não tenho um livro, um livro não tenho.
Ando, como, bebo, escuto bobagens e um livro não tenho.
Não tenho um livro pra me livrar deste marasmo
Um livro não tenho...
Quero um livro pra viajar, pra imaginar, pra conhecer,
quero um livro pra flutuar, pra historiar,
Mas um livro não tenho e continuo ouvido bobagens, comendo, bebendo e andando.
Que marasmo é um domingo sem um livro.

Ana Maria Basso
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Isabela.

Chegaste devagarzinho e foste mudando gentilmente a gente.
Mudaste o brilho nos meus olhos, mudaste minha voz, mudaste meu pensamento, sim, porque penso sempre em ti, na sua doçura, nos seus olhinhos miúdos, no seu cabelinho cheiroso, no seu chorinho manhoso...
É tudo doce o que vem de ti, tudo inocente, dependente, tudo tão frágil e querido, tudo suave e tão lindo...
Quanto capricho da natureza, essa mistura de raça, de costumes, de cores.
Quanto capricho da natureza em te fazer tão bela, como Isis, a deusa mais bela e suprema.
Isa, teutônico, inteligência magnífica, personalidade forte e marcante, nunca cedendo a pressões...
Bela, simplesmente bela, beleza pura e suprema, cativante e marcante, simplesmente bela...
Isabela.
Isabela como a mãe, Isabela como o pai.
Isabela como o Vô, a Vó, a tia...
Isabela como o sol, como a lua, como a flor.
Irás crescer e ser ainda mais bela e suprema serás culta e serena,
Serás tu, Isabela, a fofa da tia, a vida da madrinha.
Serás a lágrima da saudade quando partires de hemisférios, quando mudares de estação...
Serás a alegria do reencontro, a certeza do encontro e o prazer do conto.
Serás sempre tu...
Isabela.
Ana Maria Basso

Isabela.

Isabela.

Chegaste devagarzinho e foste mudando gentilmente a gente.
Mudaste o brilho nos meus olhos, mudaste minha voz, mudaste meu pensamento, sim, porque penso sempre em ti, na sua doçura, nos seus olhinhos miúdos, no seu cabelinho cheiroso, no seu chorinho manhoso...
É tudo doce o que vem de ti, tudo inocente, dependente, tudo tão frágil e querido, tudo suave e tão lindo...
Quanto capricho da natureza, essa mistura de raça, de costumes, de cores.
Quanto capricho da natureza em te fazer tão bela, como Isis, a deusa mais bela e suprema.
Isa, teutônico, inteligência magnífica, personalidade forte e marcante, nunca cedendo a pressões...
Bela, simplesmente bela, beleza pura e suprema, cativante e marcante, simplesmente bela...
Isabela.
Isabela como a mãe, Isabela como o pai.
Isabela como o Vô, a Vó, a tia...
Isabela como o sol, como a lua, como a flor.
Irás crescer e ser ainda mais bela e suprema serás culta e serena,
Serás tu, Isabela, a fofa da tia, a vida da madrinha.
Serás a lágrima da saudade quando partires de hemisférios, quando mudares de estação...
Serás a alegria do reencontro, a certeza do encontro e o prazer do conto.
Serás sempre tu...
Isabela.
Ana Maria Basso
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Voar.

Deus, na sua sábia criação deu asas aos merecedores de
Sua grande imaginação.
Sim, porque Deus voa, voa longe na sua imaginação e da a nós aqui
Na Terra vida, beleza e o poder da criação.
Mas ao homem não foi dado o dom de voar, pois Deus não o achou merecedor desta dádiva. Mas Deus, na sua imensurável bondade, deu ao homem o dom da criação, então o homem criou aviões e voou.
No ar transparente as aves sempre voaram e sempre cumpriram
Sua missão de procriar e semear a Terra.
Já o homem voou e destruiu, na sua eterna ganância de conquista,
De impor seu poder. Mas na imperfeição de sua criação também foi e é destruído por ela.
Assim, se faz merecedor deste dom, pois constrói para si e destrói a si...
Deus, sempre, na sua imensurável bondade fez do homem um merecedor de voar.

Voar.


Voar.

Deus, na sua sábia criação deu asas aos merecedores de
Sua grande imaginação.
Sim, porque Deus voa, voa longe na sua imaginação e da a nós aqui
Na Terra vida, beleza e o poder da criação.
Mas ao homem não foi dado o dom de voar, pois Deus não o achou merecedor desta dádiva. Mas Deus, na sua imensurável bondade, deu ao homem o dom da criação, então o homem criou aviões e voou.
No ar transparente as aves sempre voaram e sempre cumpriram
Sua missão de procriar e semear a Terra.
Já o homem voou e destruiu, na sua eterna ganância de conquista,
De impor seu poder. Mas na imperfeição de sua criação também foi e é destruído por ela.
Assim, se faz merecedor deste dom, pois constrói para si e destrói a si...
Deus, sempre, na sua imensurável bondade fez do homem um merecedor de voar.
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O Vinho da Vida.

A uva cultivada, o vinho envelhecido.
O sabor do vinho degustado, saboreado, como a vida vivida
Envelhecida, embriagada.
A cada gole, o sabor do vinho vai fantasiando os dias, as noites,
Vai tornando a vida gostosa, leve, livre...
A cada gole, o sabor do vinho vai embriagando os dias e as noites,
Tornando a vida tonta, sem rumo...
Fantasiando, embriagando, o vinho da uva da vida cumpre o seu papel.
E depois de todo o vinho, a morte, para coroar a vida na certeza de ter sido vivida intensamente.

Ana Maria Basso.

O Vinho da Vida.

O Vinho da Vida.

A uva cultivada, o vinho envelhecido.
O sabor do vinho degustado, saboreado, como a vida vivida
Envelhecida, embriagada.
A cada gole, o sabor do vinho vai fantasiando os dias, as noites,
Vai tornando a vida gostosa, leve, livre...
A cada gole, o sabor do vinho vai embriagando os dias e as noites,
Tornando a vida tonta, sem rumo...
Fantasiando, embriagando, o vinho da uva da vida cumpre o seu papel.
E depois de todo o vinho, a morte, para coroar a vida na certeza de ter sido vivida intensamente.

Ana Maria Basso.
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Passo a Passo.

Passo a passo, a vida vai ditando cada passo.
Caso a caso, a vida vai citando cada caso, passo a passo.
Sempre de olho na alma, de olho na fauna.
Fauna interior, cheia de criaturas dóceis e selvagens, de canários e bestas.
Com calma, a fauna interior vai se revelando, vai se rebelando, vai se mostrando como a alma é.
Passo a passo.
Canários voam em direção ao nascente, carentes de luz e...
Bestas mancam em direção ao poente, com ardente dissabor.
Prontas para devorarem as estrelas que surgem no céu que vai escurecendo, passo a passo. E as almas assombradas pelas bestas, como num toma lá dá cá, vão assombrando as almas penadas, que, passo a passo, vão tomando seu rumo.
Aquelas almas que se agarram às estrelas que restam no céu se salvam das bestas e encontram a luz, e vão para a luz e lá descansam eternamente, e passo a passo encontram o repouso eterno, até, passo a passo, nascerem de novo e enfrentarem as bestas da vida, de toda a vida. Passo a passo, passo a passo, passo a passo, passo a passo...

Ana Maria Basso

Passo a Passo.

Passo a Passo.

Passo a passo, a vida vai ditando cada passo.
Caso a caso, a vida vai citando cada caso, passo a passo.
Sempre de olho na alma, de olho na fauna.
Fauna interior, cheia de criaturas dóceis e selvagens, de canários e bestas.
Com calma, a fauna interior vai se revelando, vai se rebelando, vai se mostrando como a alma é.
Passo a passo.
Canários voam em direção ao nascente, carentes de luz e...
Bestas mancam em direção ao poente, com ardente dissabor.
Prontas para devorarem as estrelas que surgem no céu que vai escurecendo, passo a passo. E as almas assombradas pelas bestas, como num toma lá dá cá, vão assombrando as almas penadas, que, passo a passo, vão tomando seu rumo.
Aquelas almas que se agarram às estrelas que restam no céu se salvam das bestas e encontram a luz, e vão para a luz e lá descansam eternamente, e passo a passo encontram o repouso eterno, até, passo a passo, nascerem de novo e enfrentarem as bestas da vida, de toda a vida. Passo a passo, passo a passo, passo a passo, passo a passo...

Ana Maria Basso
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Clara e Ana (letra)

Mari e Lissa
Não importa a ordem, vão ser sempre as doces, as fofas,
Que viajam as Américas
E por onde passam,
Animam, cativam e distribuem amor.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Belas donas, belas artes.
Falam de festas, adoram cinema, Skank e Capital.
Cantam canções, vivem paixões.
Nos seus olhares vê-se o mundo passar
Sem dor, sem rancor.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem amor.

Jogam “The Sims” se ligam em “Friends”
Lissa é mais Mônica, Mari mais Rachel
São e não são, pois cada uma é si mesma,
Engraçadas, vivas, fofas e belas.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem muito amor.

Lissa quer ser ainda não sei o quê.
Mari vai ser jornalista, acho eu.
Lissa quer ser veterinária acho eu
Mari quer ser ainda não sei o quê.
O que forem serão, serão e serão com razão.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem muito amor.

Mari fala do mundo, da tarde, de sonhos
Lissa sonha com campos e cavalgadas...
Mari tem olhos de esmeraldas...
Lissa é beleza rara..
São fofas e belas...
Fofas e belas...

O violão vai parar na mão da Lissa
O som sai afinado, uma cantora promissora.
Com braçadas bem abertas Mari conquista as águas,
As medalhas... passado, presente e futuro.
Jovens, sonham, abraçam o mundo...
São radicais e liberais,
Perguntam quem são sem saber que são quem são...
São Mari e Lissa, Clara e Ana...
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem amor.
Fofas e belas...
Fofas e belas...
Fofas e belas...

Ana Maria Basso

Clara e Ana. (letra)

Clara e Ana (letra)

Mari e Lissa
Não importa a ordem, vão ser sempre as doces, as fofas,
Que viajam as Américas
E por onde passam,
Animam, cativam e distribuem amor.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Belas donas, belas artes.
Falam de festas, adoram cinema, Skank e Capital.
Cantam canções, vivem paixões.
Nos seus olhares vê-se o mundo passar
Sem dor, sem rancor.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem amor.

Jogam “The Sims” se ligam em “Friends”
Lissa é mais Mônica, Mari mais Rachel
São e não são, pois cada uma é si mesma,
Engraçadas, vivas, fofas e belas.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem muito amor.

Lissa quer ser ainda não sei o quê.
Mari vai ser jornalista, acho eu.
Lissa quer ser veterinária acho eu
Mari quer ser ainda não sei o quê.
O que forem serão, serão e serão com razão.

Mari doce e linda
Lissa fofa e bela
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem muito amor.

Mari fala do mundo, da tarde, de sonhos
Lissa sonha com campos e cavalgadas...
Mari tem olhos de esmeraldas...
Lissa é beleza rara..
São fofas e belas...
Fofas e belas...

O violão vai parar na mão da Lissa
O som sai afinado, uma cantora promissora.
Com braçadas bem abertas Mari conquista as águas,
As medalhas... passado, presente e futuro.
Jovens, sonham, abraçam o mundo...
São radicais e liberais,
Perguntam quem são sem saber que são quem são...
São Mari e Lissa, Clara e Ana...
Que viajam as Américas e por onde passam
Animam, cativam e distribuem amor.
Fofas e belas...
Fofas e belas...
Fofas e belas...

Ana Maria Basso
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Lolô


Quando eu tinha 9 anos, ela nasceu.
Minha avó dizia que eu agora caira do galho,
afinal, 9 anos como caçulinha do papai e da mamãe e agora nasce a Lolô...

Bom, mas não estou aqui para falar de mim, mas da Lolô,
que me derrubou do galho e que logo em seguida me estendeu a mão
para passarmos essa vida juntinhas, como irmãs, boas amigas e fieis companheiras.

Irmã de sangue, de espírito, de cumplicidade.

Irmã de conselhos, de idéias, de debates.

Amiga querida, que nos momentos de tristeza me ampara e acalenta.

Nos momentos de alegria faz a gente não se conter de tanta felicidade.

Seu sorriso é tão sincero e meigo que conquista a alma da gente e é capaz de iluminar o seu dia, pode acreditar.

Sempre torci muito por ela, para que fosse muito feliz, nesta vida e em todas as outras que ainda vai viver... e olha que viver é uma grande arte, e a busca da felicidade plena, uma verdadeira obra-prima nesta vida, uma jornada única e difícil de ser percorrida.

Lolô está na direção certa nesta busca da felicidade plena, viveu até agora cada momento com muita intensidade, fazendo acontecer todos os seus sonhos e de forma digna e bela.

Mais uma etapa de sua vida se concretiza e outra se inicia, pois encontrou sua cara metade, ou seria sua alma gêmea... não importa, pois encontrou, como num conto, não de fadas, pois fadas não são reais, e a Lolô encontrou seu principe, não encantado, ou seria Paul encantado... sim, porque ele encantou a todos nós com sua simplicidade, generosidade, e algo muito especial que só a Lolô poderá nos dizer, pois ele conquistou seu coração, seu respeito e a promessa de lhe ser fiel , na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...

Lolô, minha fiel companheira nesta vida e em todas as outras que ainda vamos viver juntas. Para mim, tem sido e será um grande prazer, pode acreditar.

Te amo do fundo do meu coração.

Ana Maria Basso

Lolô.

Lolô


Quando eu tinha 9 anos, ela nasceu.
Minha avó dizia que eu agora caira do galho,
afinal, 9 anos como caçulinha do papai e da mamãe e agora nasce a Lolô...

Bom, mas não estou aqui para falar de mim, mas da Lolô,
que me derrubou do galho e que logo em seguida me estendeu a mão
para passarmos essa vida juntinhas, como irmãs, boas amigas e fieis companheiras.

Irmã de sangue, de espírito, de cumplicidade.

Irmã de conselhos, de idéias, de debates.

Amiga querida, que nos momentos de tristeza me ampara e acalenta.

Nos momentos de alegria faz a gente não se conter de tanta felicidade.

Seu sorriso é tão sincero e meigo que conquista a alma da gente e é capaz de iluminar o seu dia, pode acreditar.

Sempre torci muito por ela, para que fosse muito feliz, nesta vida e em todas as outras que ainda vai viver... e olha que viver é uma grande arte, e a busca da felicidade plena, uma verdadeira obra-prima nesta vida, uma jornada única e difícil de ser percorrida.

Lolô está na direção certa nesta busca da felicidade plena, viveu até agora cada momento com muita intensidade, fazendo acontecer todos os seus sonhos e de forma digna e bela.

Mais uma etapa de sua vida se concretiza e outra se inicia, pois encontrou sua cara metade, ou seria sua alma gêmea... não importa, pois encontrou, como num conto, não de fadas, pois fadas não são reais, e a Lolô encontrou seu principe, não encantado, ou seria Paul encantado... sim, porque ele encantou a todos nós com sua simplicidade, generosidade, e algo muito especial que só a Lolô poderá nos dizer, pois ele conquistou seu coração, seu respeito e a promessa de lhe ser fiel , na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...

Lolô, minha fiel companheira nesta vida e em todas as outras que ainda vamos viver juntas. Para mim, tem sido e será um grande prazer, pode acreditar.

Te amo do fundo do meu coração.

Ana Maria Basso
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Meu Pai.

Quando se está lá no céu,
escolhe-se onde se quer nascer e ,
se estiver com sorte, escolhe-se de quem se quer nascer.
Uma escolha difícil.
Pois naquele dia eu estava com sorte
E lá de cima, olhando e analisando as pessoas daqui,
Pude notar um jovem simpático, de cabelos lisos,
Porte atlético, de grande caráter, generoso e carinhoso
E pensei... “quero que ele seja meu pai”.
Pois meu pedido foi atendido e nasci.
Não poderia ter feito escolha melhor!

Enquanto crescia, vivia uma infância feliz,
Com meu pai sempre presente, sempre me ensinando,
Me educando e me acarinhando.

Quando adolescente, tenho em mente que muito trabalho eu dei.
Não que fizesse coisas erradas, mas meu pai, severo, austero,
me impedia de fazer o que queria
e hoje vejo que me protegia das más companhias e dos perigos da vida.

Quando me casei,
Trago na lembrança meu pai,
me observando partir...
Tinha no semblante um olhar distante e tristonho,
Como se num sonho perdesse alguém para sempre.

Mas eu logo estaria de volta, cheia de saudades do meu pai.
Pessoa amiga, tão querida, que me envaidece a simples lembrança
De que ele é meu pai.

Ele me estimula, me adula, faz tudo parecer possível,
Me quer visível, apesar de quase sempre isso parecer impossível.
Sua opinião, seu parecer em qualquer decisão se faz necessária.
Homem culto, com erros e acertos nessa vida,
um ser humano notável, sempre bem disposto e confiável.

Hoje, olhando para trás,
vejo que sempre onde havia pedras ou espinhos
meu pai liderou e suavisou meu caminho,
fazendo a vida parecer mais bela e justa,
mesmo com toda a disputa que nela há.


E quando para o céu voltar,
quero lá reencontrar essa pessoa tão querida
que fez da minha vida uma viagem segura e cheia de muito amor.

Ana Maria Basso.

Meu Pai.

Meu Pai.

Quando se está lá no céu,
escolhe-se onde se quer nascer e ,
se estiver com sorte, escolhe-se de quem se quer nascer.
Uma escolha difícil.
Pois naquele dia eu estava com sorte
E lá de cima, olhando e analisando as pessoas daqui,
Pude notar um jovem simpático, de cabelos lisos,
Porte atlético, de grande caráter, generoso e carinhoso
E pensei... “quero que ele seja meu pai”.
Pois meu pedido foi atendido e nasci.
Não poderia ter feito escolha melhor!

Enquanto crescia, vivia uma infância feliz,
Com meu pai sempre presente, sempre me ensinando,
Me educando e me acarinhando.

Quando adolescente, tenho em mente que muito trabalho eu dei.
Não que fizesse coisas erradas, mas meu pai, severo, austero,
me impedia de fazer o que queria
e hoje vejo que me protegia das más companhias e dos perigos da vida.

Quando me casei,
Trago na lembrança meu pai,
me observando partir...
Tinha no semblante um olhar distante e tristonho,
Como se num sonho perdesse alguém para sempre.

Mas eu logo estaria de volta, cheia de saudades do meu pai.
Pessoa amiga, tão querida, que me envaidece a simples lembrança
De que ele é meu pai.

Ele me estimula, me adula, faz tudo parecer possível,
Me quer visível, apesar de quase sempre isso parecer impossível.
Sua opinião, seu parecer em qualquer decisão se faz necessária.
Homem culto, com erros e acertos nessa vida,
um ser humano notável, sempre bem disposto e confiável.

Hoje, olhando para trás,
vejo que sempre onde havia pedras ou espinhos
meu pai liderou e suavisou meu caminho,
fazendo a vida parecer mais bela e justa,
mesmo com toda a disputa que nela há.


E quando para o céu voltar,
quero lá reencontrar essa pessoa tão querida
que fez da minha vida uma viagem segura e cheia de muito amor.

Ana Maria Basso.
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Minha Mãe.


Carinho e ternura
Palavras puras
Pra se falar de alguém,
Que como ninguém,
Me abençoa, me aquece,
Me protege e fortalece
Dos males deste mundo de meu Deus.

Esse alguém, que como ninguém,
Me ensina, me educa,
Me adula, me cura,
Me põe pra dormir.

Esse alguém, que como ninguém,
Me corrige, me dá forças,
Me sustenta e me alimenta
Com esperanças de sempre ver o sol nascer.

Esse alguém, que como ninguém,
Me acompanha, mesmo a distância
Em seus pensamentos,
Em suas orações,
Orações que me deixam confiante
E me tornam uma pessoa melhor.

Esse alguém, que é ninguém mais do que ela,
A mais doce e a mais bela,
A minha mãe.

Ana Maria Basso.

Minha Mãe.

Minha Mãe.


Carinho e ternura
Palavras puras
Pra se falar de alguém,
Que como ninguém,
Me abençoa, me aquece,
Me protege e fortalece
Dos males deste mundo de meu Deus.

Esse alguém, que como ninguém,
Me ensina, me educa,
Me adula, me cura,
Me põe pra dormir.

Esse alguém, que como ninguém,
Me corrige, me dá forças,
Me sustenta e me alimenta
Com esperanças de sempre ver o sol nascer.

Esse alguém, que como ninguém,
Me acompanha, mesmo a distância
Em seus pensamentos,
Em suas orações,
Orações que me deixam confiante
E me tornam uma pessoa melhor.

Esse alguém, que é ninguém mais do que ela,
A mais doce e a mais bela,
A minha mãe.

Ana Maria Basso.
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Decepção.

Sentimento descrito como malogro de uma esperança
Que torna a vida uma amargura
Fere a alma como uma fissura
E o espírito se enche de desilusão.

Pensa-se numa solução
Procura-se uma razão
E quando as encontra,
Aumenta a decepção.

Procura-se uma saída
Busca-se a ferida
E quando as encontra,
Aumenta a decepção.

Mas a vida continua
Cada dia é uma luta
Uma labuta!
Uma busca do sonho perdido
Com a decepção.

Sonhos, sonhos...
Sonhos que movem a vida,
Que justificam a lida,
Que nos ajudam a encontrar a saída
Para a decepção.

Então nunca deixe de sonhar,
De arriscar, de ir em busca de seus sonhos,
Pois estes são a única saída, a única cura
Para sua decepção.


Ana Maria Basso.

Decepção.

Decepção.

Sentimento descrito como malogro de uma esperança
Que torna a vida uma amargura
Fere a alma como uma fissura
E o espírito se enche de desilusão.

Pensa-se numa solução
Procura-se uma razão
E quando as encontra,
Aumenta a decepção.

Procura-se uma saída
Busca-se a ferida
E quando as encontra,
Aumenta a decepção.

Mas a vida continua
Cada dia é uma luta
Uma labuta!
Uma busca do sonho perdido
Com a decepção.

Sonhos, sonhos...
Sonhos que movem a vida,
Que justificam a lida,
Que nos ajudam a encontrar a saída
Para a decepção.

Então nunca deixe de sonhar,
De arriscar, de ir em busca de seus sonhos,
Pois estes são a única saída, a única cura
Para sua decepção.


Ana Maria Basso.
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Tristeza.


Amor rompido
Amor punido com dor
E profundo rancor.

Tristeza presente
Que faz ausente esse grande amor.
Amor que embeleza o espírito e a vida.
Amor que torna a vida um lugar
Cheio de graça e de esplendor.

Alma solitária
Que sente a ausência
Do seu grande amor
Que sem motivos a deixou
Esperando...
Chorando...
E imaginando porquê...
Por quê?

Porque sem motivo
Tudo ficou esquecido
Tudo ficou rompido.

A solidão se superou
E envenenou essa relação
Que sem razão se perdeu na imensidão
Dessa vida maldita que só se supera
Com um grande amor.


Ana Maria Basso.

Tristeza.

Tristeza.


Amor rompido
Amor punido com dor
E profundo rancor.

Tristeza presente
Que faz ausente esse grande amor.
Amor que embeleza o espírito e a vida.
Amor que torna a vida um lugar
Cheio de graça e de esplendor.

Alma solitária
Que sente a ausência
Do seu grande amor
Que sem motivos a deixou
Esperando...
Chorando...
E imaginando porquê...
Por quê?

Porque sem motivo
Tudo ficou esquecido
Tudo ficou rompido.

A solidão se superou
E envenenou essa relação
Que sem razão se perdeu na imensidão
Dessa vida maldita que só se supera
Com um grande amor.


Ana Maria Basso.
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Saudades...


Ai que vontade de ver o meu amor,
De abraçá-lo e cheirá-lo e amá-lo com muito calor.
Mas ele não aparece, não se deixa ver e nem quer me ver.

Ai que saudades do meu amor.
Ai que vontade de ter o meu amor.
Vontade de que tudo volte a ser como era,
Cheio de abraços, de beijos e graças com muito calor.

Pensei que a essa altura da vida
Não mais teria
Essa mania de desavença, que machuca e fere
Essa alma da gente que só quer amor.

Mas não tem jeito,
Ela se faz presente
E machuca a gente como um castigo
Que não sei porquê.

Tudo bem...
O jeito é aguardar,
Esperar que tudo passe,
O desamor, o rancor...
E tudo volte a ser como era,
Cheio de amor, paixão e calor...

Ai que saudades do meu amor...


Ana MariaBasso.

Saudades.

Saudades...


Ai que vontade de ver o meu amor,
De abraçá-lo e cheirá-lo e amá-lo com muito calor.
Mas ele não aparece, não se deixa ver e nem quer me ver.

Ai que saudades do meu amor.
Ai que vontade de ter o meu amor.
Vontade de que tudo volte a ser como era,
Cheio de abraços, de beijos e graças com muito calor.

Pensei que a essa altura da vida
Não mais teria
Essa mania de desavença, que machuca e fere
Essa alma da gente que só quer amor.

Mas não tem jeito,
Ela se faz presente
E machuca a gente como um castigo
Que não sei porquê.

Tudo bem...
O jeito é aguardar,
Esperar que tudo passe,
O desamor, o rancor...
E tudo volte a ser como era,
Cheio de amor, paixão e calor...

Ai que saudades do meu amor...


Ana MariaBasso.
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Incerteza.

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