Dona Joaquina Maria Duarte. Mãe do meu pai. 
Falar sobre a vida da minha avó paterna se transformaria num livro fácil, fácil. Num bestseller, na verdade.
As marcas em seu rosto, as rugas, os cabelos brancos, tudo têm uma história, história de alegrias, de tristezas, de vidas e de mortes. 
Alegrias de ter colocado no mundo seis filhos, de ter formado cinco com o trabalho árduo do instrumento com que se cava a terra,  de ter criado netos, instruído compadres, viajado as Américas, enfim, alegrias de ter vivido intensamente. Sim, Dona Joaquina Maria Duarte viveu intensamente, de forma brava, forte,  decidida e autoritária. Autoridade necessária no seu tempo, quando os homens ditavam as regras. 
As tristezas foram aparecendo no caminho, caminho de uma longa vida. Com a morte do filho adolescente e do marido e depois da filha prestes a se casar em um acidente de carro, as marcas da vida foram se aprofundando neste rosto sereno.
Ela participou da vida de cada filho, de cada neto de forma marcante, com atitudes firmes, experiências e decisões que influenciaram a vida de todos ao seu redor de uma forma ou de outra.
Ninguém gosta da morte, mas esta veio ao seu encontro na hora certa.  Seu corpo já frágil pedia o descanso eterno. Viveu 95 anos. Ela se foi em janeiro de 2010.
Saudades da minha Vó Quininha.
Obrigada.

Joaquina Maria Duarte.

                                         

Dona Joaquina Maria Duarte. Mãe do meu pai. 
Falar sobre a vida da minha avó paterna se transformaria num livro fácil, fácil. Num bestseller, na verdade.
As marcas em seu rosto, as rugas, os cabelos brancos, tudo têm uma história, história de alegrias, de tristezas, de vidas e de mortes. 
Alegrias de ter colocado no mundo seis filhos, de ter formado cinco com o trabalho árduo do instrumento com que se cava a terra,  de ter criado netos, instruído compadres, viajado as Américas, enfim, alegrias de ter vivido intensamente. Sim, Dona Joaquina Maria Duarte viveu intensamente, de forma brava, forte,  decidida e autoritária. Autoridade necessária no seu tempo, quando os homens ditavam as regras. 
As tristezas foram aparecendo no caminho, caminho de uma longa vida. Com a morte do filho adolescente e do marido e depois da filha prestes a se casar em um acidente de carro, as marcas da vida foram se aprofundando neste rosto sereno.
Ela participou da vida de cada filho, de cada neto de forma marcante, com atitudes firmes, experiências e decisões que influenciaram a vida de todos ao seu redor de uma forma ou de outra.
Ninguém gosta da morte, mas esta veio ao seu encontro na hora certa.  Seu corpo já frágil pedia o descanso eterno. Viveu 95 anos. Ela se foi em janeiro de 2010.
Saudades da minha Vó Quininha.
Obrigada.
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Lá se foi 2010.

Janeiro: Brasas _ curso de verão e treinamento dos professores. Morre minha avó paterna aos 95 anos. Adeus, Vó Quininha.
Fevereiro: Brasas _ expectativa para o início das aulas.
Março: Brasas _ matrículas ainda acontecendo.
Abril: Brasas _ tudo normal e sob controle.
Maio: Brasas _ tudo normal. Viagem para São Paulo e Rio para apresentar Little Pim. Meia Maratona das Cataratas _ minha primeira participação em corridas de rua. 21km que rendeu uma crônica.
Junho: Brasas _ tudo normal. Expectativa para o curso de inverno e novo treinamento para professores com Clarissa em julho. Viagem para Goiânia para visitar meus pais.
Julho: Brasas _ curso de inverno não saiu. Treinamento um sucesso! Duas professoras contratadas. O que necessitávamos.
Agosto: Brasas _ expectativa para o re-início das aulas. Novas turmas formando. Muitas matrículas!
Setembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para Argentina e Chile. MARAVILHOSA! Gima e eu de carro por 21 dias!
Outubro: Brasas _ tudo normal. Visita dos meus pais a Foz.
Novembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para o Nordeste. Dez dias em Porto de Galinhas, Gima e eu. MARAVILHOSO! Amo o mar.
Dezembro: Brasas _ contas e mais contas pra pagar! Viagem para Goiânia para o Natal e Ano Novo. Família, fazenda e chuva. Carro novo para Mariana.

Minha vida se resumiu no Brasas em 2010. Todos os meses, de janeiro à dezembro, Brasas!
Em 2011 deve acontecer o mesmo, Brasas!

Retrospectiva.

Lá se foi 2010.

Janeiro: Brasas _ curso de verão e treinamento dos professores. Morre minha avó paterna aos 95 anos. Adeus, Vó Quininha.
Fevereiro: Brasas _ expectativa para o início das aulas.
Março: Brasas _ matrículas ainda acontecendo.
Abril: Brasas _ tudo normal e sob controle.
Maio: Brasas _ tudo normal. Viagem para São Paulo e Rio para apresentar Little Pim. Meia Maratona das Cataratas _ minha primeira participação em corridas de rua. 21km que rendeu uma crônica.
Junho: Brasas _ tudo normal. Expectativa para o curso de inverno e novo treinamento para professores com Clarissa em julho. Viagem para Goiânia para visitar meus pais.
Julho: Brasas _ curso de inverno não saiu. Treinamento um sucesso! Duas professoras contratadas. O que necessitávamos.
Agosto: Brasas _ expectativa para o re-início das aulas. Novas turmas formando. Muitas matrículas!
Setembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para Argentina e Chile. MARAVILHOSA! Gima e eu de carro por 21 dias!
Outubro: Brasas _ tudo normal. Visita dos meus pais a Foz.
Novembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para o Nordeste. Dez dias em Porto de Galinhas, Gima e eu. MARAVILHOSO! Amo o mar.
Dezembro: Brasas _ contas e mais contas pra pagar! Viagem para Goiânia para o Natal e Ano Novo. Família, fazenda e chuva. Carro novo para Mariana.

Minha vida se resumiu no Brasas em 2010. Todos os meses, de janeiro à dezembro, Brasas!
Em 2011 deve acontecer o mesmo, Brasas!
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O Natal celebra o nascimento de Jesus de Nazaré. A data não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano ou com o Solstício de Inverno. A palavra solstício vem do latim sol, e este fenômeno ocorre quando o sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do Equador. Sua data não é a mesma todo ano, mas normalmente ocorre por volta do dia 22 de dezembro no hemisfério norte, e 21 de junho no hemisfério sul (wikipédia). Mas sendo assim, teríamos que comemorar o nosso Natal em junho, então. Também sei que em 274, o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro como "O dia do nascimento do sol inconquistável" O sol passou a ser venerado. Buscáva-se seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do deus Sol. Mas e Jesus, onde entra nesta história? A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. o Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de dezembro, substituindo a veneração ao deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Jesus passou a ser comemorado no Solstício de Inverno. 
Palavra bonita, Solstício... mais bonita ainda... Cristo. Jesus Cristo é venerado nesta data de uma forma muito especial, e mesmo passados 2000 anos de sua existência, ele ainda consegue despertar nas pessoas um pouco de sentimento de bondade e fraternidade nesta época do ano. Felizes aqueles que possuem o dom da fé, diferente de mim, que não acredito em deuses ou santos, mas na capacidade que Eu tenho de fazer as coisas acontecerem na minha vida. Apesar da ausência de fé, o que não me torna uma pessoa pior, sou muito feliz, e que todos tenham um Feliz Natal! Que comprem e comprem muito!!! Aqueçam a economia neste final de ano e iniciem 2011  devendo e devendo!!! Afinal, é isso que se tornou o Natal, uma época de ir às compras, de realizar aquele sonho daquela TV de LCD, de fazer aquele cruzeiro pelo litoral... Mas e o Menino Jesus, onde fica nesta história? Fica deitadinho na manjedoura daquele presépio de gesso na praça da cidade, no aparador da mansão do Jardim América em São Paulo, no coração de alguns...É mesmo um Solstício, o Natal. Distante do calor que deveria realmente existir tanto em dezembro no hemisfério norte, quanto em junho no hemisfério sul..

É Natal!


O Natal celebra o nascimento de Jesus de Nazaré. A data não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano ou com o Solstício de Inverno. A palavra solstício vem do latim sol, e este fenômeno ocorre quando o sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do Equador. Sua data não é a mesma todo ano, mas normalmente ocorre por volta do dia 22 de dezembro no hemisfério norte, e 21 de junho no hemisfério sul (wikipédia). Mas sendo assim, teríamos que comemorar o nosso Natal em junho, então. Também sei que em 274, o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro como "O dia do nascimento do sol inconquistável" O sol passou a ser venerado. Buscáva-se seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do deus Sol. Mas e Jesus, onde entra nesta história? A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. o Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de dezembro, substituindo a veneração ao deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Jesus passou a ser comemorado no Solstício de Inverno. 
Palavra bonita, Solstício... mais bonita ainda... Cristo. Jesus Cristo é venerado nesta data de uma forma muito especial, e mesmo passados 2000 anos de sua existência, ele ainda consegue despertar nas pessoas um pouco de sentimento de bondade e fraternidade nesta época do ano. Felizes aqueles que possuem o dom da fé, diferente de mim, que não acredito em deuses ou santos, mas na capacidade que Eu tenho de fazer as coisas acontecerem na minha vida. Apesar da ausência de fé, o que não me torna uma pessoa pior, sou muito feliz, e que todos tenham um Feliz Natal! Que comprem e comprem muito!!! Aqueçam a economia neste final de ano e iniciem 2011  devendo e devendo!!! Afinal, é isso que se tornou o Natal, uma época de ir às compras, de realizar aquele sonho daquela TV de LCD, de fazer aquele cruzeiro pelo litoral... Mas e o Menino Jesus, onde fica nesta história? Fica deitadinho na manjedoura daquele presépio de gesso na praça da cidade, no aparador da mansão do Jardim América em São Paulo, no coração de alguns...É mesmo um Solstício, o Natal. Distante do calor que deveria realmente existir tanto em dezembro no hemisfério norte, quanto em junho no hemisfério sul..
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Zeitgeist 2010: Year in Review

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Novembro 2010.


Projeto Porto de Galinhas.

Saída em 26/11/10

Hotel Posada Marambaia do Porto.
Avenida Beira Mar, lotes 2 e 3, Merepe II.
Fone: (81) 3552-2226 / 3552-2205

Diferente de uma viagem de carro à outro país, como foi a nossa ao Chile e à Argentina, viajar para o nordeste brasileiro, para ser mais exato, para Porto de Galinhas em Pernambuco, pela terceira vez, não é exatamente o que eu posso chamar de "projeto", mas sim, um passeio de férias para descanso.
A pousada em que nos encontramos hospedados por 10 dias é uma delícia, sem grandes luxos, mas com tudo que um hóspede exigente pode querer. No quarto, uma cama King size, uma ducha excelente, Tv a cabo, wi-fi, serviços de restaurante, uma piscina aquecida, uma varanda de frente para o mar, cadeiras de praia estendidas num gramado sombreado por coqueiros de frente para o mar, e o mar alí, de frente pra pousada, expondo toda a sua beleza, seu som, sua calmaria e sua revolta, como um bipolar, variando de humor a cada doze horas.
Passamos nossos dias à toa, levantando cedo para correr na praia, tomando aquele banho de mar e só depois  voltando à pousada para o café da manhã. Depois decidimos se fazemos algum passeio ou se ficamos por aqui mesmo. Por duas vezes decidimos pelo passeio, o primeiro com um grupo. Fomos à Praia dos Carneiros, localizada ao sul de Porto, mais precisamente no município de Tamandaré.

É uma linda praia, ainda um pouco selvagem, graças à conscientização dos proprietários dos sítios da região, onde o Rio Formoso desagua no mar. O passeio foi bom, mas Gima e eu não mais nos acostumamos a sair com grupos, gostamos de liberdade, de chegar e sair ao nosso desejo, de parar em lugares se quisermos, mas em grupo é tudo cronometrado. Este passseio levou todo o dia e contou com paradas em restaurante a beira mar, piscinas naturais e banho de argila. 

Para o nosso segundo passeio decidimos alugar uma moto, assim teríamos a liberdade almejada. Fomos ao Pontal de Maracaípe, um lugar paradisíaco, onde outro rio, o Maracaípe, se encontra com o mar. Aqui é possível conhecer o habitat do cavalo-marinho, fazer passeio de jangada pelo mangue e fazer trilhas.

No mais, vamos ao Vilarejo de Porto de Galinhas para mergulho nas piscinas naturais, para almoçar ou jantar, recomendo o restaurante BarCaxeira, próximo a praia onde estão as jangadas. Aproveitamos, também, para ver as vitrines do passeio público... ou ficamos na pousada curtindo o mar, o ar, lendo um bom livro, aliás o meu escolhido desta viagem: "Não há silêncio que não termine" de Ingrid Betancourt. Muito bom.




Não sei se quero voltar para... a vida real.







Onde alugar bicicletas: Rua da Esperança, perto do posto Texaco, em frente ao Restaurante Maresias.

Porto de Galinhas, here we go!!!

Novembro 2010.


Projeto Porto de Galinhas.

Saída em 26/11/10

Hotel Posada Marambaia do Porto.
Avenida Beira Mar, lotes 2 e 3, Merepe II.
Fone: (81) 3552-2226 / 3552-2205

Diferente de uma viagem de carro à outro país, como foi a nossa ao Chile e à Argentina, viajar para o nordeste brasileiro, para ser mais exato, para Porto de Galinhas em Pernambuco, pela terceira vez, não é exatamente o que eu posso chamar de "projeto", mas sim, um passeio de férias para descanso.
A pousada em que nos encontramos hospedados por 10 dias é uma delícia, sem grandes luxos, mas com tudo que um hóspede exigente pode querer. No quarto, uma cama King size, uma ducha excelente, Tv a cabo, wi-fi, serviços de restaurante, uma piscina aquecida, uma varanda de frente para o mar, cadeiras de praia estendidas num gramado sombreado por coqueiros de frente para o mar, e o mar alí, de frente pra pousada, expondo toda a sua beleza, seu som, sua calmaria e sua revolta, como um bipolar, variando de humor a cada doze horas.
Passamos nossos dias à toa, levantando cedo para correr na praia, tomando aquele banho de mar e só depois  voltando à pousada para o café da manhã. Depois decidimos se fazemos algum passeio ou se ficamos por aqui mesmo. Por duas vezes decidimos pelo passeio, o primeiro com um grupo. Fomos à Praia dos Carneiros, localizada ao sul de Porto, mais precisamente no município de Tamandaré.

É uma linda praia, ainda um pouco selvagem, graças à conscientização dos proprietários dos sítios da região, onde o Rio Formoso desagua no mar. O passeio foi bom, mas Gima e eu não mais nos acostumamos a sair com grupos, gostamos de liberdade, de chegar e sair ao nosso desejo, de parar em lugares se quisermos, mas em grupo é tudo cronometrado. Este passseio levou todo o dia e contou com paradas em restaurante a beira mar, piscinas naturais e banho de argila. 

Para o nosso segundo passeio decidimos alugar uma moto, assim teríamos a liberdade almejada. Fomos ao Pontal de Maracaípe, um lugar paradisíaco, onde outro rio, o Maracaípe, se encontra com o mar. Aqui é possível conhecer o habitat do cavalo-marinho, fazer passeio de jangada pelo mangue e fazer trilhas.

No mais, vamos ao Vilarejo de Porto de Galinhas para mergulho nas piscinas naturais, para almoçar ou jantar, recomendo o restaurante BarCaxeira, próximo a praia onde estão as jangadas. Aproveitamos, também, para ver as vitrines do passeio público... ou ficamos na pousada curtindo o mar, o ar, lendo um bom livro, aliás o meu escolhido desta viagem: "Não há silêncio que não termine" de Ingrid Betancourt. Muito bom.




Não sei se quero voltar para... a vida real.







Onde alugar bicicletas: Rua da Esperança, perto do posto Texaco, em frente ao Restaurante Maresias.
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Confirmado neste domingo, Goiás Esporte Clube, depois de uma campanha desastrosa na série A do Brasileirão, muita briga da diretoria pelo poder,  é rebaixado para a segunda divisão. Estou de luto!

... 3 dias depois...

Hoje, quarta feira, em uma demonstração de reação épica, o Goiás venceu o Palmeiras por 2 a 1, no Pacaembu, e garantiu a vaga na final da Copa Sul Americana. Agora somos o representante brasileiro no torneio e o vencedor tem garantido uma vaga na Taça Libertadores da América. É a primeira vez que o Goiás chega na final de um campeonato internacional. Apesar da série B, vamos lá, meu Verdão, é pra ser Campeão! 
Durante todo o dia de hoje, ouvi de Palmeirenses um... "sorry, mas hoje vai ser de lavada" ou "coitado do Goiás, sem chances contra o Palmeiras."
Pois olha...
LAVEI MINHA ALMA!

Decepção... Poder de Reação.


Confirmado neste domingo, Goiás Esporte Clube, depois de uma campanha desastrosa na série A do Brasileirão, muita briga da diretoria pelo poder,  é rebaixado para a segunda divisão. Estou de luto!

... 3 dias depois...

Hoje, quarta feira, em uma demonstração de reação épica, o Goiás venceu o Palmeiras por 2 a 1, no Pacaembu, e garantiu a vaga na final da Copa Sul Americana. Agora somos o representante brasileiro no torneio e o vencedor tem garantido uma vaga na Taça Libertadores da América. É a primeira vez que o Goiás chega na final de um campeonato internacional. Apesar da série B, vamos lá, meu Verdão, é pra ser Campeão! 
Durante todo o dia de hoje, ouvi de Palmeirenses um... "sorry, mas hoje vai ser de lavada" ou "coitado do Goiás, sem chances contra o Palmeiras."
Pois olha...
LAVEI MINHA ALMA!
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As famílias Basso e Mendonça são amigas há muitos anos, na verdade Gilmar Basso e Adílio Mendonça trazem da infância um vínculo forte de companheirismo. No vai e vem da vida, Gilmar e sua esposa, Ana Maria, juntamente com suas filhas Mariana e Clarissa se mudaram de Foz para se estabelecerem nos Estados Unidos por 5 anos e ao retornarem, passaram 2 anos em Goiânia, cidade natal de Ana Maria, enquanto Adílio, sua esposa Carmen Syrth e seus 2 filhos Luiz Felipe e Luiz Fernando aprofundaram suas raízes em Foz do Iguaçu. Foi na volta da família Basso dos Estados Unidos que a idéia de trazer o Brasas English Course para Foz do Iguaçu nasceu. Ana Maria, que trabalha com a língua inglesa há 30 anos, foi diretora do Brasas de Goiânia, onde sua família possui a franquia da escola, e essa experiência facilitou a aprovação do Brasas Rio de Janeiro (matriz) na  aquisição da franquia para Foz do Iguaçu. Uma vez aprovada, Ana Maria e sua filha Clarissa, sócia na escola também, convidaram Carmen Syrth, com experiência em administração, para se juntar a elas na empreitada de trazer para Foz do Iguaçu uma escola de inglês com o gabarito do Brasas, há 45 anos no mercado, com mais de 25 mil alunos e escolas em Brasília, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás e Rio Grande do Sul. Só no Rio de Janeiro são mais de 33 escolas.
Um empreitada de sucesso. Com apenas um ano e meio em Foz, o Brasas English Course está dando o que falar! Um curso focado na comunicação oral, desde os cursos de kids ao de adultos, com aulas totalmente em inglês, material próprio, o Brasas é conhecido como o curso onde se sai falando inglês.

As famílias Basso e Mendonça são amigas há muitos anos, na verdade Gilmar Basso e Adílio Mendonça trazem da infância um vínculo forte de companheirismo. No vai e vem da vida, Gilmar e sua esposa, Ana Maria, juntamente com suas filhas Mariana e Clarissa se mudaram de Foz para se estabelecerem nos Estados Unidos por 5 anos e ao retornarem, passaram 2 anos em Goiânia, cidade natal de Ana Maria, enquanto Adílio, sua esposa Carmen Syrth e seus 2 filhos Luiz Felipe e Luiz Fernando aprofundaram suas raízes em Foz do Iguaçu. Foi na volta da família Basso dos Estados Unidos que a idéia de trazer o Brasas English Course para Foz do Iguaçu nasceu. Ana Maria, que trabalha com a língua inglesa há 30 anos, foi diretora do Brasas de Goiânia, onde sua família possui a franquia da escola, e essa experiência facilitou a aprovação do Brasas Rio de Janeiro (matriz) na  aquisição da franquia para Foz do Iguaçu. Uma vez aprovada, Ana Maria e sua filha Clarissa, sócia na escola também, convidaram Carmen Syrth, com experiência em administração, para se juntar a elas na empreitada de trazer para Foz do Iguaçu uma escola de inglês com o gabarito do Brasas, há 45 anos no mercado, com mais de 25 mil alunos e escolas em Brasília, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás e Rio Grande do Sul. Só no Rio de Janeiro são mais de 33 escolas.
Um empreitada de sucesso. Com apenas um ano e meio em Foz, o Brasas English Course está dando o que falar! Um curso focado na comunicação oral, desde os cursos de kids ao de adultos, com aulas totalmente em inglês, material próprio, o Brasas é conhecido como o curso onde se sai falando inglês.
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Amanhã, dia 31 de outubro, comemoramos o dia das Bruxas, "Halloween", mas no Brasas Foz, comemoramos ontem, dia 29, com nossa primeira festa aberta para alunos e convidados. Foi tudo muito bem, tudo muito bom, tirando o temporal que caiu em Foz após as 10 da noite, temporal pra amedrontar fantasmas e bruxas presentes. Mas numa noite sinistra e repleta de criaturas do submundo, a tormenta só veio acrescentar mais realidade à nossa festa... rs. Raios e trovões, fantasma esvoaçante, um som trepidante, espetos e cachorros fumegantes, doces e bebidas desconcertantes, criaturas dançantes, enfim, tudo um "ante" só!   





Halloween, um "ante" só.


Amanhã, dia 31 de outubro, comemoramos o dia das Bruxas, "Halloween", mas no Brasas Foz, comemoramos ontem, dia 29, com nossa primeira festa aberta para alunos e convidados. Foi tudo muito bem, tudo muito bom, tirando o temporal que caiu em Foz após as 10 da noite, temporal pra amedrontar fantasmas e bruxas presentes. Mas numa noite sinistra e repleta de criaturas do submundo, a tormenta só veio acrescentar mais realidade à nossa festa... rs. Raios e trovões, fantasma esvoaçante, um som trepidante, espetos e cachorros fumegantes, doces e bebidas desconcertantes, criaturas dançantes, enfim, tudo um "ante" só!   





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Outubro 2010.

Faz tempo que não posto. São o trabalho, as eleições, enfim, coisas que tomam o tempo da gente, e o que gosto de fazer, escrever... vai ficando de lado. Mas hoje eu escrevo nem que sejam estas poucas linhas.
Gosto muito de política e tenho me empenhado, com os mecanismos dos quais eu disponho, a internet, pedir votos para pessoas à minha volta, implorar para que minha mãe viaje à Catalão e dê o voto dela ao Serra, para fazer campanha para meu candidato, José Serra.  Ontem participei de um encontro entre Serra e a comunidade evangélica de Foz do Iguaçu no Hotel Carimã. Foi a primeira vez que conferi, ao vivo e a cores, as propostas do meu candidato para os próximos 4 anos. Eu era a única ateia no meio de centenas de crentes, uma ironia. Mas ao que interessa, José Serra respondeu perguntas sobre relações internacionais, em especial com o Iran, que o atual governo fez questão de enaltecer. "Enquanto o mundo se empenha em banir a ameaça nuclear, o atual presidente passa a mão na cabeça de um ditador sanguinário e diz negociar, sem ter mandato da comunidade internacional e faz um papel ridículo, e no dia seguinte, o mesmo ditador confirma que "vai continuar enriquecendo urânio sim!" Bom, meu candidato disse não a esse tipo de relação. Perguntas sobre salário mínimo, educação, enfim, seu plano de governo foi exposto e explicado. Num determinado momento, o locutor pediu autorização ao pastor-mor para fazer uma pergunta que vinha das mulheres, esposas dos pastores presentes, sobre o que ele, Serra, faria pelas mulheres brasileiras se eleito. Não foi a resposta do presidenciável que me marcou, mas o fato de pedir-se autorização para fazer essa pergunta, pois ela vinha das mulheres... Desta vez eu gostaria que meu presidente tivesse dado a seguinte resposta: "Primeiramente muito obrigado pela presença dessas belas e corajosas mulheres aqui presentes, mulheres que suportam usar saias longas todo o tempo, em respeito a sei lá o que, não cortar o cabelo, em respeito a sei lá o que, mulheres que baixam a cabeça para seus maridos, mulheres que não questionam, que não têm voz, mulheres que vivem só para suas famílias e não têm uma vida para si..." Bem, meu presidente nunca falaria assim, mas enquanto ele falava de auxilio maternidade, delegacias da mulher, eu viajava na cultura crente e criticava mentalmente seus hábitos e costumes. Eu não seria crente nunca! Não sou uma estudada da cultura, mas não gosto do que vejo. Mas este é um país livre... pelo menos para mulheres como eu. 
Mas voltando ao meu candidato, achei-o muito simpático em pessoa, transmite muita segurança no seu discurso e é uma pessoa muito serena, de fala mansa, pausada. Eloquente. Torço para que Serra seja eleito, mas se não der, dará Aécio em 2014! Com certeza!

Com certeza!

Outubro 2010.

Faz tempo que não posto. São o trabalho, as eleições, enfim, coisas que tomam o tempo da gente, e o que gosto de fazer, escrever... vai ficando de lado. Mas hoje eu escrevo nem que sejam estas poucas linhas.
Gosto muito de política e tenho me empenhado, com os mecanismos dos quais eu disponho, a internet, pedir votos para pessoas à minha volta, implorar para que minha mãe viaje à Catalão e dê o voto dela ao Serra, para fazer campanha para meu candidato, José Serra.  Ontem participei de um encontro entre Serra e a comunidade evangélica de Foz do Iguaçu no Hotel Carimã. Foi a primeira vez que conferi, ao vivo e a cores, as propostas do meu candidato para os próximos 4 anos. Eu era a única ateia no meio de centenas de crentes, uma ironia. Mas ao que interessa, José Serra respondeu perguntas sobre relações internacionais, em especial com o Iran, que o atual governo fez questão de enaltecer. "Enquanto o mundo se empenha em banir a ameaça nuclear, o atual presidente passa a mão na cabeça de um ditador sanguinário e diz negociar, sem ter mandato da comunidade internacional e faz um papel ridículo, e no dia seguinte, o mesmo ditador confirma que "vai continuar enriquecendo urânio sim!" Bom, meu candidato disse não a esse tipo de relação. Perguntas sobre salário mínimo, educação, enfim, seu plano de governo foi exposto e explicado. Num determinado momento, o locutor pediu autorização ao pastor-mor para fazer uma pergunta que vinha das mulheres, esposas dos pastores presentes, sobre o que ele, Serra, faria pelas mulheres brasileiras se eleito. Não foi a resposta do presidenciável que me marcou, mas o fato de pedir-se autorização para fazer essa pergunta, pois ela vinha das mulheres... Desta vez eu gostaria que meu presidente tivesse dado a seguinte resposta: "Primeiramente muito obrigado pela presença dessas belas e corajosas mulheres aqui presentes, mulheres que suportam usar saias longas todo o tempo, em respeito a sei lá o que, não cortar o cabelo, em respeito a sei lá o que, mulheres que baixam a cabeça para seus maridos, mulheres que não questionam, que não têm voz, mulheres que vivem só para suas famílias e não têm uma vida para si..." Bem, meu presidente nunca falaria assim, mas enquanto ele falava de auxilio maternidade, delegacias da mulher, eu viajava na cultura crente e criticava mentalmente seus hábitos e costumes. Eu não seria crente nunca! Não sou uma estudada da cultura, mas não gosto do que vejo. Mas este é um país livre... pelo menos para mulheres como eu. 
Mas voltando ao meu candidato, achei-o muito simpático em pessoa, transmite muita segurança no seu discurso e é uma pessoa muito serena, de fala mansa, pausada. Eloquente. Torço para que Serra seja eleito, mas se não der, dará Aécio em 2014! Com certeza!
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Setembro 2010.

Dia 15.
Após deliciosas media lunas com geléia de durazno no “desayuno”, seguimos em direção ao Cerro Catedral, distante 19 km do centro de Bariloche. Aqui é uma das mais importantes estações de esqui da América do Sul. Esta estação é muito bem estruturada, possui vários teleféricos e bondinhos para transportar os esquiadores até o cume, vários restaurantes, lojas para venda ou aluguel de equipamento para esquiadores, atividades destinadas a crianças (aulas de esqui), hoteis, enfim, são 600 hectares com mais de 70km de caminhos e pistas para esquiadores de todos os níveis. Completo, apesar da pouca neve neste final de inverno. Depois de conhecermos tudo, resolvi deixar para esquiar no dia seguinte, uma vez que não estava vestida para essa aventura. Sim, eu possuo roupas apropriadas para esquiar. Trouxe-as dos Estados Unidos após uma longa temporada morando num estado muito frio por aquelas bandas…

Seguimos para um passeio que compreendeu  65 km do Parque Nacional Nahuel Huapi, o Cicuito Chico. Esse Cicuito passa pela Playa Blanca até a peninsula de Llao Llao, margeando o Lago Nahuel Huapi e adentrando bosques de ciprestes até o Cerro Campanário. Um lugar belo, com paisagens de tirar o fôlego.

À noite jantamos num excelente restaurante, da Família Weiss, Restaurante de Montanha. Fomos recepcionados por uma bahiana na entrada. Degustei uma deliciosa Truta com ervas e o Gima seu clássico Bife de Chorizo.  Aqui em Bariloche se paga com peso argentino, real, dolar ou peso chileno, é tudo aceito. Caminhamos pela rua principal, Bartolomé Mitre, mas o frio e o vento nos mandaram de volta para o hotel antes do programado.
Dia 16.

Hoje matei a saudade de esquiar. Sozinha, uma vez que este esporte não é a praia do Gima. Fomos ainda na parte da manhã para o Cerro Catedral, aluguei o equipamento: esqui, botas e bastões e seguimos em direção ao guichê de compra do passe para os teleféricos e bondinhos. Tudo ficou em $ 175,00.

Resovi treinar um pouco antes de subir a montanha, mas é como andar de bicicleta, o cérebro não esquece mais. E lá fui eu, rumo ao topo. Lá em cima, na parte da montanha que escolhi, é outra “cidade”. Tem restaurante, aulas de esqui, muita gente treinando antes de pegar o caminho para baixo. Desci do teleférico segurando meus esquis e bastões e escolhi um caminho menos íngreme para minha descida. Foi muito bom…Segui as plaquinhas verdes, que indicavam descida mais fácil, rs… Fui levar meu primeiro e único tombo na chegada, isso porque havia uma pedra e um brasileiro caído na curva do caminho. O Gima me seguia de binóculos lá de baixo. Desci e subi de novo. Este processo levou em media três horas. Enquanto eu subia e descia esquiando, o Gima tomava chocolate quente, lia, passeava pelo complexo do Cerro e tirava fotos. No final da tarde eu estava exausta mas realizada! Voltamos para o hotel. Nada como um bom banho quente para aquecer novamente.
Jantamos uma boa pizza, caminhamos um pouco e fomos dormir.
Dia 17.


Hoje conhecemos a Colônia Suiza que há no percurso do Caminho Chico, pequena colônia povoada por suiços desde o início do século. 
Visitamos o Cemitério del Montañes, onde estão enterrados alguns montanhistas da região e decidimos não subir de bondinho no Cerro Otto porque estava nublado. Não veríamos nada lá de cima. Fomos almoçar um delicioso cordeiro patagônico. Após nossa siesta, fomos passear para mais fotos, chocolate quente e compras de chocolate para os amigos. 

Ah, e passeamos, também, pelo Centro Cívico no coração de Bariloche, constituido por prédios rústicos que abrigam a Secretaria de Turismo e o Museu da Patagônia.

Este Centro é hoje Monumento Histórico Nacional. Havia muita gente tirando fotos com cachorros São Bernardo que estavam expostos na praça pelos seus donos, que cobravam por essas fotos. É claro que Gima e eu tiramos fotos dos “perros”, mas não pagamos por elas, rs… afinal, tiramos fotos "dos" cachorros e não "com" os cachorros.
 Visitamos a Catedral Nuestra Señora del Nahuel Huapi, uma belíssima igreja toda em pedra em estilo neogótico.


De volta ao hotel, o início da parte ruim da viagem, preparar para voltar para casa. Iniciaríamos nossa jornada de volta no dia seguinte.
Dia 18.
Saimos bem cedo de Bariloche, pois tínhamos um longo percurso até Neuquén e uma parte bem desértica da Província de La Pampa para percorrermos. Paisagens belíssimas nos acompanharam até perdermos de vista a Cordilheira dos Andes que foi nossa companheira em grande parte desta jornada, principalmente do lado chileno. O Rio Limay, que margea a RN 237, em direção à Neuquén, também nos proporcionou paisagens arrebatadouras.
Dormimos em Santa Rosa, na Província de La Pampa.
Dia 19.
Seguimos viagem em direção a Venado Tuerto, sim, Veado Torto, é este o nome da pacata cidade no interior argentino, Rosário, onde nasceu o lendário guerrilheiro Che Guevara, e Santa Fé, capital da Província de mesmo nome.  É nesta planície que se cria uma das maiores riquezas da Argentina, o gado.  Muito pasto e muitas fazendas com entradas cinematográficas.
Não conseguimos chegar a Santa Fé com dia claro, então resolvemos dormir na pacata cidade de Coronda, distante 58 km de Santa Fé.
Dia 20.
Boas estradas, assim podemos definir a malha rodoviária argentina.

Saindo de Coronda em direção a Santa Fé, e em seguida atravessando o túnel subfluvial que liga Santa Fé à Cidade de Paraná, sob o Rio Paraná, seguimos toda manhã sem maiores  interesses. Este túnel foi inaugurado em 1969 e leva o nome de Raul Uranga-Carlos Sylvestre Begnis, governadores das duas províncias, ligadas pelo túnel, na época de sua construção. A estrutura do túnel tem uma longitude de 2.937 metros, e em sua cota mais profunda, o teto do túnel encontra-se a uns 32 metros abaixo da superfície do rio.
Chegamos a Santo Tomé, já na província de Corrientes para pernoitar. Esta cidade é vizinha de São Borja, no Rio Grande do Sul, Brasil. A Ponte da Integração liga os dois países e há um intenso tráfico fronteiriço.

Dia 22.

Neste dia chegamos a Foz do Iguaçu.
Saímos de Foz no inverno e retornamos na primavera. A viagem perfeita, sem nenhum contratempo, o carro sempre no mais perfeito estado e tudo aconteceu conforme planejamos. Sim, a viagem perfeita, a companhia perfeita, os lugares perfeitos...
Argentina, Chile, depois Argentina de novo e de volta ao Brasil. Foram 8.400 km percorridos.
Agora é fazer planos para nossa próxima viagem e com direito a outro "Diário de Bordo".

Dedicamos essa viagem a nossos pais, que nos levaram a lugares incríveis por este Brasil e pelo mundo quando ainda éramos muito jovens e nos mostraram o caminho para a aventura, a descoberta e o conhecimento.
Para Victório Basso e Maricota, pais do Gima e Arédio Teixeira Duarte e  Cida, meus pais.

Curiosidades da Argentina:
_ Para se anunciar que um carro está a venda, los hermanos colocam uma carrafa peti ou um galão de plástico em cina do carro.
_ Quando um caminhão ou um carro, que está a nossa frente, quer indicar que o caminho está livre para ultrapassagem, eles dão a seta do lado esquerdo e não do lado direito, como fazemos no Brasil.
_ Há muito cachorro solto, sem dono, pelas grandes cidades Argentinas.

Curiosidades do Chile:
_ Há, também, muito cachorro solto pelo Chile e um morador da cidade de Santiago nos disse que a população ajuda a manter esses animais nas ruas e os observam sempre, atentamente, pois eles anunciam, com um comportamento diferente, que um terremoto está por vir.


Projeto El Condor, parte final.



Setembro 2010.

Dia 15.
Após deliciosas media lunas com geléia de durazno no “desayuno”, seguimos em direção ao Cerro Catedral, distante 19 km do centro de Bariloche. Aqui é uma das mais importantes estações de esqui da América do Sul. Esta estação é muito bem estruturada, possui vários teleféricos e bondinhos para transportar os esquiadores até o cume, vários restaurantes, lojas para venda ou aluguel de equipamento para esquiadores, atividades destinadas a crianças (aulas de esqui), hoteis, enfim, são 600 hectares com mais de 70km de caminhos e pistas para esquiadores de todos os níveis. Completo, apesar da pouca neve neste final de inverno. Depois de conhecermos tudo, resolvi deixar para esquiar no dia seguinte, uma vez que não estava vestida para essa aventura. Sim, eu possuo roupas apropriadas para esquiar. Trouxe-as dos Estados Unidos após uma longa temporada morando num estado muito frio por aquelas bandas…

Seguimos para um passeio que compreendeu  65 km do Parque Nacional Nahuel Huapi, o Cicuito Chico. Esse Cicuito passa pela Playa Blanca até a peninsula de Llao Llao, margeando o Lago Nahuel Huapi e adentrando bosques de ciprestes até o Cerro Campanário. Um lugar belo, com paisagens de tirar o fôlego.

À noite jantamos num excelente restaurante, da Família Weiss, Restaurante de Montanha. Fomos recepcionados por uma bahiana na entrada. Degustei uma deliciosa Truta com ervas e o Gima seu clássico Bife de Chorizo.  Aqui em Bariloche se paga com peso argentino, real, dolar ou peso chileno, é tudo aceito. Caminhamos pela rua principal, Bartolomé Mitre, mas o frio e o vento nos mandaram de volta para o hotel antes do programado.
Dia 16.

Hoje matei a saudade de esquiar. Sozinha, uma vez que este esporte não é a praia do Gima. Fomos ainda na parte da manhã para o Cerro Catedral, aluguei o equipamento: esqui, botas e bastões e seguimos em direção ao guichê de compra do passe para os teleféricos e bondinhos. Tudo ficou em $ 175,00.

Resovi treinar um pouco antes de subir a montanha, mas é como andar de bicicleta, o cérebro não esquece mais. E lá fui eu, rumo ao topo. Lá em cima, na parte da montanha que escolhi, é outra “cidade”. Tem restaurante, aulas de esqui, muita gente treinando antes de pegar o caminho para baixo. Desci do teleférico segurando meus esquis e bastões e escolhi um caminho menos íngreme para minha descida. Foi muito bom…Segui as plaquinhas verdes, que indicavam descida mais fácil, rs… Fui levar meu primeiro e único tombo na chegada, isso porque havia uma pedra e um brasileiro caído na curva do caminho. O Gima me seguia de binóculos lá de baixo. Desci e subi de novo. Este processo levou em media três horas. Enquanto eu subia e descia esquiando, o Gima tomava chocolate quente, lia, passeava pelo complexo do Cerro e tirava fotos. No final da tarde eu estava exausta mas realizada! Voltamos para o hotel. Nada como um bom banho quente para aquecer novamente.
Jantamos uma boa pizza, caminhamos um pouco e fomos dormir.
Dia 17.


Hoje conhecemos a Colônia Suiza que há no percurso do Caminho Chico, pequena colônia povoada por suiços desde o início do século. 
Visitamos o Cemitério del Montañes, onde estão enterrados alguns montanhistas da região e decidimos não subir de bondinho no Cerro Otto porque estava nublado. Não veríamos nada lá de cima. Fomos almoçar um delicioso cordeiro patagônico. Após nossa siesta, fomos passear para mais fotos, chocolate quente e compras de chocolate para os amigos. 

Ah, e passeamos, também, pelo Centro Cívico no coração de Bariloche, constituido por prédios rústicos que abrigam a Secretaria de Turismo e o Museu da Patagônia.

Este Centro é hoje Monumento Histórico Nacional. Havia muita gente tirando fotos com cachorros São Bernardo que estavam expostos na praça pelos seus donos, que cobravam por essas fotos. É claro que Gima e eu tiramos fotos dos “perros”, mas não pagamos por elas, rs… afinal, tiramos fotos "dos" cachorros e não "com" os cachorros.
 Visitamos a Catedral Nuestra Señora del Nahuel Huapi, uma belíssima igreja toda em pedra em estilo neogótico.


De volta ao hotel, o início da parte ruim da viagem, preparar para voltar para casa. Iniciaríamos nossa jornada de volta no dia seguinte.
Dia 18.
Saimos bem cedo de Bariloche, pois tínhamos um longo percurso até Neuquén e uma parte bem desértica da Província de La Pampa para percorrermos. Paisagens belíssimas nos acompanharam até perdermos de vista a Cordilheira dos Andes que foi nossa companheira em grande parte desta jornada, principalmente do lado chileno. O Rio Limay, que margea a RN 237, em direção à Neuquén, também nos proporcionou paisagens arrebatadouras.
Dormimos em Santa Rosa, na Província de La Pampa.
Dia 19.
Seguimos viagem em direção a Venado Tuerto, sim, Veado Torto, é este o nome da pacata cidade no interior argentino, Rosário, onde nasceu o lendário guerrilheiro Che Guevara, e Santa Fé, capital da Província de mesmo nome.  É nesta planície que se cria uma das maiores riquezas da Argentina, o gado.  Muito pasto e muitas fazendas com entradas cinematográficas.
Não conseguimos chegar a Santa Fé com dia claro, então resolvemos dormir na pacata cidade de Coronda, distante 58 km de Santa Fé.
Dia 20.
Boas estradas, assim podemos definir a malha rodoviária argentina.

Saindo de Coronda em direção a Santa Fé, e em seguida atravessando o túnel subfluvial que liga Santa Fé à Cidade de Paraná, sob o Rio Paraná, seguimos toda manhã sem maiores  interesses. Este túnel foi inaugurado em 1969 e leva o nome de Raul Uranga-Carlos Sylvestre Begnis, governadores das duas províncias, ligadas pelo túnel, na época de sua construção. A estrutura do túnel tem uma longitude de 2.937 metros, e em sua cota mais profunda, o teto do túnel encontra-se a uns 32 metros abaixo da superfície do rio.
Chegamos a Santo Tomé, já na província de Corrientes para pernoitar. Esta cidade é vizinha de São Borja, no Rio Grande do Sul, Brasil. A Ponte da Integração liga os dois países e há um intenso tráfico fronteiriço.

Dia 22.

Neste dia chegamos a Foz do Iguaçu.
Saímos de Foz no inverno e retornamos na primavera. A viagem perfeita, sem nenhum contratempo, o carro sempre no mais perfeito estado e tudo aconteceu conforme planejamos. Sim, a viagem perfeita, a companhia perfeita, os lugares perfeitos...
Argentina, Chile, depois Argentina de novo e de volta ao Brasil. Foram 8.400 km percorridos.
Agora é fazer planos para nossa próxima viagem e com direito a outro "Diário de Bordo".

Dedicamos essa viagem a nossos pais, que nos levaram a lugares incríveis por este Brasil e pelo mundo quando ainda éramos muito jovens e nos mostraram o caminho para a aventura, a descoberta e o conhecimento.
Para Victório Basso e Maricota, pais do Gima e Arédio Teixeira Duarte e  Cida, meus pais.

Curiosidades da Argentina:
_ Para se anunciar que um carro está a venda, los hermanos colocam uma carrafa peti ou um galão de plástico em cina do carro.
_ Quando um caminhão ou um carro, que está a nossa frente, quer indicar que o caminho está livre para ultrapassagem, eles dão a seta do lado esquerdo e não do lado direito, como fazemos no Brasil.
_ Há muito cachorro solto, sem dono, pelas grandes cidades Argentinas.

Curiosidades do Chile:
_ Há, também, muito cachorro solto pelo Chile e um morador da cidade de Santiago nos disse que a população ajuda a manter esses animais nas ruas e os observam sempre, atentamente, pois eles anunciam, com um comportamento diferente, que um terremoto está por vir.


Leia Mais
Dia 13.


Gilmar e eu passeamos de bicicleta pela manhã fria e nublada de Pucón, uma região cercada de montanhas nevadas, lagos de água transparente, florestas, parques nacionais, rios, termas e praias vulcânicas. Quando o céu clareou, lá estava ele, espalhando fumaça pelo céu muito azul de uma tarde de setembro. O Vulcão que eu tanto procurava, senhor absoluto da região e da viagem. O Villarrica, um dos vulcões mais ativos do Chile e da América do Sul.

Ficamos no pier, as margens do lago Villarrica, por um longo tempo apreciando aquela paisagem que mais parecia um quadro. Fiquei fascinada! Absolutamente belo e traiçoeiro. Imaginar que quando ele bem entender, pode destruir tudo à sua volta… a qualquer dia, a qualquer hora…

Ele roubou meu dia! Sem mais a dizer sobre hoje.
Dia 14.



Osorno, mais ao sul do Chile, na região dos lagos, seria nossa última parada na Panamericana, antes de virarmos leste, em direção à Patagônia Argentina. Montanhas e mais vulcões cobertos de neve. Esta era a paisagem Chilena até cruzarmos a aduana em direção à Villa La Angostura, já na Argentina. Muita fila na aduana, mas bem mais organizada que a de nossa entrada no Chile, próximo à Mendoza, ao norte.
Apesar da placa dizer "Benvenido a Chile", estávamos, na verdade, deixando este país que deixou saudades em nossos corações. Até breve, Chile!

Villa La Angostura mais me pareceu uma aldeia de montanha com uma forte influência alemã. Às margens do Lago Nahuel Huapi e próxima a Bariloche, paramos só para fotos.

Bariloche era nosso próximo destino.
San Carlos de Bariloche, localizada na Província de Rio Negro, junto à Cordilheira dos Andes, foi a cidade mais fria que ficamos nesta viagem. O nome Bariloche provém da palavra “Vuriloche”, que na lingua mapuche, significa “povo de trás da montanha”.
A temperatura aqui ficou abaixo dos 8 graus em toda nossa estada. No primeiro dia nos instalamos em um bom hotel, o que foi difícil de encontar, uma vez que a cidade estava lotada com excurções de estudantes argentinos e de chilenos que fugiram das comemorações do Bicentenário. Em seguida passeamos pela Rua  Bartolomeu Mitre, onde o comércio de roupas de frio e chocolates é intenso.
Voltamos para o hotel com muito frio e cansados. Dormimos como pedras.


Projeto El Condor, parte 6.

Dia 13.


Gilmar e eu passeamos de bicicleta pela manhã fria e nublada de Pucón, uma região cercada de montanhas nevadas, lagos de água transparente, florestas, parques nacionais, rios, termas e praias vulcânicas. Quando o céu clareou, lá estava ele, espalhando fumaça pelo céu muito azul de uma tarde de setembro. O Vulcão que eu tanto procurava, senhor absoluto da região e da viagem. O Villarrica, um dos vulcões mais ativos do Chile e da América do Sul.

Ficamos no pier, as margens do lago Villarrica, por um longo tempo apreciando aquela paisagem que mais parecia um quadro. Fiquei fascinada! Absolutamente belo e traiçoeiro. Imaginar que quando ele bem entender, pode destruir tudo à sua volta… a qualquer dia, a qualquer hora…

Ele roubou meu dia! Sem mais a dizer sobre hoje.
Dia 14.



Osorno, mais ao sul do Chile, na região dos lagos, seria nossa última parada na Panamericana, antes de virarmos leste, em direção à Patagônia Argentina. Montanhas e mais vulcões cobertos de neve. Esta era a paisagem Chilena até cruzarmos a aduana em direção à Villa La Angostura, já na Argentina. Muita fila na aduana, mas bem mais organizada que a de nossa entrada no Chile, próximo à Mendoza, ao norte.
Apesar da placa dizer "Benvenido a Chile", estávamos, na verdade, deixando este país que deixou saudades em nossos corações. Até breve, Chile!

Villa La Angostura mais me pareceu uma aldeia de montanha com uma forte influência alemã. Às margens do Lago Nahuel Huapi e próxima a Bariloche, paramos só para fotos.

Bariloche era nosso próximo destino.
San Carlos de Bariloche, localizada na Província de Rio Negro, junto à Cordilheira dos Andes, foi a cidade mais fria que ficamos nesta viagem. O nome Bariloche provém da palavra “Vuriloche”, que na lingua mapuche, significa “povo de trás da montanha”.
A temperatura aqui ficou abaixo dos 8 graus em toda nossa estada. No primeiro dia nos instalamos em um bom hotel, o que foi difícil de encontar, uma vez que a cidade estava lotada com excurções de estudantes argentinos e de chilenos que fugiram das comemorações do Bicentenário. Em seguida passeamos pela Rua  Bartolomeu Mitre, onde o comércio de roupas de frio e chocolates é intenso.
Voltamos para o hotel com muito frio e cansados. Dormimos como pedras.


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