Um domingo de chuva.

     

         Acordada pelo simples acordar, saí em busca de água para despertar. Fria e transparente, a água molhou meu rosto e suavizou os sinais das poucas horas dormidas.
         O que comer para o desjejum? Já sei, croissants com geléia e doce de leite, acompanhadas de suco de laranja a base de soja. Que belo desjejum! Geléia de morango feita por mim, minha primeira. Croissants buscados no país vizinho, meus favoritos. Se ainda não experimentou, experimente. Eu amo e recomendo.
          Um pouco de alongamento para uma corrida de rua programada já há dois dias foi o que fiz em seguida. Passei o olhar pelo céu e observei nuvens escuras a caminho. Será que vai chover?
Pelo sim ou pelo não, vamos assim mesmo. Acompanhada pelo meu príncipe encantado, ele de bicicleta e eu a pé, seguimos o caminho em direção à maior usina Hidroelétrica do planeta, e as nuvens logo ali, cada vez mais próximas. Num desacordo sobre o percurso, meu príncipe resolveu me abandonar à minha própria sorte, então resolvi pegar o rumo de casa... uma pena. Sozinha pelas ruas de uma cidade fronteiriça me assusta, não sou muito de gente, sou mais do tipo solitário. Gosto de fazer minhas corridas acompanhada só do meu príncipe. Ele de bicicleta e eu com minhas belas pernas, herdadas da família Castro. Nada modesta, não achas? Sem ele, a volta para casa foi a melhor opção, ao final das contas, mas foi só chegar em casa que desabou aquela chuva, e a temperatura começou a baixar. Meu príncipe se perdeu pela vila, todo molhado, presumo, isso por descordar do "meu" percurso favorito.
          É, será mesmo um domingo de chuva, com nada dando certo até o momento. Nem corrida, nem príncipe encantado... Opiniões divergentes e a chuva nos limita. 
            É isso aí, blog. De volta aos poucos. Em um domingo de chuva, vamos escrever ou seja lá o que surgir para fazer.
            Bjs.
            Ana Maria Basso.

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