O Muro das Lamentações, os Túneis da Cidade Antiga e o Monte das Oliveiras.

Março 2014.

A Menorah.
A menorah é um candelabro de sete braços, um dos principais símbolos do Judaísmo. A palavra hebraica significa candeeiro com sete braços e o número sete indica a perfeição do seu ofício de iluminador.
Aqui estávamos a caminho do Muro das Lamentações "Western Wall".
Olha ele lá ao fundo.
Para termos acesso ao Muro, é preciso passar por um detector de metais, tudo muito bem protegido.
Aqui os fieis (judeus) se reúnem para lamentar a perda do edifício sagrado. A história conta que o Imperador Tito mandou destruir o templo e só uma parte do muro ficou em pé, deixado propositadamente, pelo imperador, para que os judeus tivessem a amarga lembrança de que Roma vencera a Judéia, daí o nome de Muro das Lamentações.
O ambiente é pacífico e todos são bem vindos para aqui orar e deixar o tradicional pedido escrito em papeis entre as frestas das rochas. Aos homens é solicitado cobrir a cabeça com quipás, fornecidos aqui mesmo, e para as mulheres, que têm uma parte do muro só para elas, é solicitado que cubram os ombros e as pernas. A atmosfera é calma e só é interrompida pelas cerimônias de bar e bat mitzvá, sempre alegres e festivas.
Aqui só as mulheres.
Uma pausa para descansar...

Os túneis da Parede Oeste (Western Wall)
Somente uma parte do Muro das Lamentações (Western Wall) é visível no nível do piso. O resto está abaixo do solo, e foi escavado pelos arqueólogos ingleses Wilson e Warren. Escavações descobriram ruínas da época do Rei Salomão. Atualmente pode-se caminhar pela antiga rua da época de Herodes, pela qual Jesus pode ter andado, e a uma profundidade de 50 pés abaixo do nível do solo. 
Denise caminhando pelos túneis.

A fome bateu forte, e o restaurante escolhido foi ao estilo... "Western Wall". 

Após o almoço, seguimos para o Monte das Oliveiras. A vista a partir do Monte.

Ao fundo está o Monte Zion. A igreja octogonal da Dormição, que lá está majestosa, comemora a tradição de que lá, a Virgem Maria caiu no sono eterno.

O Domo da Rocha.
Situada no Monte do Templo, a Mesquita de Omar ou Domo da Rocha, é um dos locais mais sagrados do Islã e uma bela obra da arquitetura islâmica. A cúpula dourada é um dos mais famosos cartões postais de Jerusalém. Para os muçulmanos, foi de uma pedra que está dentro do Domo da Rocha (da cúpula), que o Profeta Maomé subiu aos céus montado em seu cavalo El Buraq. Ele estava acompanhado do Arcanjo Gabriel, que é o guardião do povo descendente de Ismael, os muçulmanos.
As visitas ao pátio da mesquita são com hora marcada, mas dentro da mesquita só são permitidos a entrada de seguidores da fé islâmica.
 Vista de Jerusalém de tirar o fôlego.

As Oliveiras.
Para a Cristandade, nenhuma montanha tem a importância e o sentimento maior que o Monte das Oliveiras; onde Jesus passou mais tempo durante sua missão em Jerusalém. Aqui, com vista para o Templo, Ele ensinou a seus discípulos, profetizou a destruição de Jerusalém e chorou por seu destino. Nos tempos antigos, o Monte era de fato coberto por oliveiras, mas os romanos cortaram a maioria para construir a barreira para o cerco de Jerusalém.
O jardim é muito bem cuidado pelos frades franciscanos.
No Monte está a Basílica da Agonia, também conhecida como a Igreja de Todas as Nações, pois era patrocinada em conjunto por diversos países. Dentro da Basílica, na foto abaixo, está a Pedra da Agonia, sobre a qual Jesus rezou na noite anterior à Sua prisão. A Pedra é cercada por uma coroa de espinhos de ferro forjado.

O Portão Dourado, visto do Jardim de Getsêmani, no Monte das Oliveiras.
De acordo com a Bíblia, Yeshua (Jesus), atravessará o Vale do Cedron e entrará no Monte do Templo através desta Porta Oriental como ele fez há dois mil anos atrás.

Próximo post,  portas de Israel.
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